ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA: Avaliação em longo prazo da expansão rápida da maxila e terapia com Bite-Block em indivíduos na fase de crescimento portadores de mordida aberta: Um estudo clínico controlado

terça-feira, 19 de março de 2019

Avaliação em longo prazo da expansão rápida da maxila e terapia com Bite-Block em indivíduos na fase de crescimento portadores de mordida aberta: Um estudo clínico controlado




Neste artigo de 2018, publicado na Angle Orthodontist, pelos Autores Manuela Mucedero; Dimitri Fusaroli; Lorenzo Franchi; Chiara Pavoni; Paola Cozza; Roberta Lione. Dos Departamento de ciencias clinicas, Cirurgia e de Medicina Translational, Universidade de Roma ‘‘Tor Vergata,’’ Roma, Italia e do Departamento de Odontologia da Universidade Nostra Signora del Buon Consiglio, Tirana, Albania.

O artigo descreve um estudo que avaliou os efeitos a longo prazo da expansão rápida da maxila (ERM) e o uso de Bite-Block posterior (BB) em pacientes pré-púberes com mordida aberta dento-esquelética.

O grupo de tratamento (GT) era composto por 16 indivíduos (14 meninas, 2 meninos) com mordida aberta dento-esquelética, com média de idade de 8,1 +- 1,1 anos. Tratados com ERM e BB. Três cefalogramas laterais consecutivos foram disponíbilizados antes do tratamento (T1), no final do tratamento ativo com a ERM e BB (T2), e em uma observação de acompanhamento pelo menos com 4 anos após a conclusão do tratamento (T3). O GT foi comparado com um grupo controle (GC) de 16 pacientes (14 meninas, 2 meninos) pareados por sexo, idade e padrão esquelético vertical. Um teste t para amostras independentes foi utilizado para comparar as alterações cefalométricas entre T1 e T3, T1 e T2 e T2 e T3 entre o GT e o GC.

Em longo prazo, o GT apresentou aumento significativamente maior no overbite (+1,8 mm), redução da extrusão dos molares superiores e inferiores (􏰀-3,3 mm) e, consequentemente, diminuição significativa da divergência facial (􏰀-2,88º) quando comparada com assuntos não tratados.

Os autores concluir que o protocolo da ERM e com BB levou a uma recuperação bem sucedida e estável do overbite positivo em 100% dos pacientes estudados. A correção da mordida aberta associou-se à redução da extrusão dos molares superiores e inferiores, com melhora significativa das relações esqueléticas verticais, quando comparada com o GC.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


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