ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA: Janeiro 2018

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Variáveis que influenciam no deslize em Ortodontia








Foi publicada edição de outubro/2017 na revista da Sociedade Paulista de Ortodontia mais uma coluna OrtoTecnologia. Neste artigo foram realizadas considerações sobre as variáveis que interferem na Biomecânica de deslize: Fios, Secções, Braquetes e Amarrações.

A Ortodontia tem como como meta básica delinear uma oclusão equilibrada associada a uma estética agradável. Faz-se necessário um controle tridimensional da movimentação e do atrito gerado pelo sistema, para que o deslocamento das unidades dentárias ocorra. O atrito ortodôntico irá depender de fatores como a natureza e textura da superfície dos materiais que compõem os arcos ortodônticos e braquetes. Sendo assim, diversos estudos foram realizados para elucidar dúvidas pertinentes aos impactos que os diversos componentes da aparatologia ortodôntica possam causar na mecânica de deslize. Tais componentes são representados pelas ligas constituintes dos fios, secções dos arcos, forma de amarrações e materiais que compõem os braquetes. A relação destas variáveis irá determinar os níveis de atritos gerados pelo sistema.

Link do Artigo na Integra via OrtoCiencia:




quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Vem gente de todo lugar. Venha fazer parte disso tudo em 2018

Em 2018 você dará mais um passo na sua carreira de Ortodontista



Top 10  razões para você vir:


1. Todos os temas em um único curso (Ortognática, ancoragem esquelética, autoligados, biomecânica, alinhadores, ortodontia lingual, diagnóstico, finalização, minimplantes infrazigomáticos e bucal shelf,...)
2. Fazemos oficinas práticas laboratoriais para melhor sedimentação do aprendizado. Você não ficará apenas escutando, colocará a “mão na massa”.
3. Apesar de termos mais de 20 grandes professores reconhecidos internacionalmente, cada um fica um dia inteiro com você. Não é um congresso (palestra), é um curso completo com cada professor. Cada um deles fará mesa demonstrativa e planejamento dos casos clínicos.
4. Os Professores são oriundos das mais diversas escolas filosóficas da ortodontia Brasileira. Isso assegura que você não terá um direcionamento para uma técnica. São todas as melhores formas de fazer para você decidir a que melhor se adequa a sua realidade clínica. 
5. Grandes ídolos, autores de livros e todos famosos. Os professores do curso ficarão frente-a-frente com você por 8h, cada um. A tietagem sempre acontece com sessão de fotos. 
6. A Academia da Ortodontia Contemporânea fica em Salvador, na Bahia. Aproveitando a vocação natural do estado para férias, temos vários voos diários vindos de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro além da melhor acomodação e receptividade para que você possa evoluir com conforto. 
7. A turma é composta por apenas 25 Ortodontistas. Exigir a comprovação da especialidade nos assegura um alto nível dos participantes, que vem de vários estados do país e de outros países também. O ambiente descontraído nos faz trocar experiências incríveis com os colegas. 
8. As aulas são de dois em dois meses, e sempre de quarta a sábado. Isso nos possibilita trabalhar ajustar a agenda sem prejuízos no consultório. Da até para ficar no domingo para relaxar.
9. Uma coletânea de material didático é oferecida aos alunos. Reunimos várias apostilas, slides, artigos e material cedido pelos professores e compilamos tudo em um pendrive. 
10. O curso é coordenado por Ortodontistas como você. Tudo é feito entendendo as suas necessidades e o que você quer. Fique seguro: Você vai adorar estar conosco!


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Reorientação de imagem tridimensional tomográfica computadorizada de feixe de cônico usando tecidos moles como referência para o diagnóstico de assimetria facial




Neste artigo de 2014, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Jae-Kyu Lee; Pil-Kyo Jung; Cheol-Hyun Moon; do Department of Orthodontics, Gachon Medical School, Gil Medical Center, Incheon, South Korea. Mostra um novo método de analise facial usando referencias tegumentares de imagens obtidas por tomografia computadorizada Cone Beam.

Este estudo teve o objetivo de Investigar discrepâncias nos resultados da análise de assimetria facial usando tomografia computadorizada (CBCT) métodos de imagem de reordenação diferente e a eficácia dos tecidos moles como referência na reorientação para a análise de assimetria facial.

Um grupo de 30 pacientes assimétricos com 4 mm ou mais,  de  desvio do ponto queixo (mento [Me]) e um grupo simétrico de 30 pacientes com menos de 4 mm de desvio do Me foram escolhidos como sujeitos do estudo. Três métodos de orientação foram utilizados para calcular e comparar o desvio do Me dos 60 indivíduos. Dois métodos utilizados apenas com pontos de referência esqueléticos para consulta, e um método incluiu os pontos do tecido mole ao redor dos olhos. Preferências de um grupo de peritos para a linha média facial, foi determinado de cada método de reorientação também foram examinados.

Os exames mostraram diferenças significativas nos valores de desvio do Me entre os três métodos de reorientação. O grupo de peritos apresentou a maior preferência para o método de reorientação da linha média facial que incorporou pontos do tecido mole do olho.

Os resultados deste estudo sugerem que a inclusão de pontos do tecido mole, especialmente aqueles em torno dos olhos, foram eficazes para a reorientação com a  imagem tridimensional da TCCB para análise assimetria facial.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist, (Angle Orthod. 2014;84:38–47.):

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Má oclusão de classe III esquelética com agenesia do incisivo lateral superior tratado com aparelho de protração maxilar e na técnica edgewise














Neste artigo a ser publicado em 2010, pela Angle Orthodontist, pelos autores Masako Tabuchi; Hayato Fukuoka; Ken Miyazawa; Shigemi Goto; do Department of Orthodontics, School of Dentistry, Aichi-Gakuin University, Aichi, Japão. Mostra a aplicação de uma aparatologia ortodontica para a protração maxilar.


Este artigo descreve um caso de tratamento ortodôntico de uma paciente do sexo feminino com 10 anos de idade com uma combinação de Classe III de Angle, faltando um incisivo lateral superior direito, com um dente supranumerário com uma raiz curta no lado lingual do incisivo, uma relação maxilar de classe III causada por um diminuçao do crescimento da maxila e retroposição da maxila.


Optou-se por fechar o espaço do dente perdido, bem como o espaço criado pela extração do incisivo lateral superior, pelo avanço dos pré-molares e caninos e usando um protrator maxilar com aparelhos edgewise. Como resultado, ambos os pré-molares superiores e os molares foram movidos mesialmente, para uma relação de Classe II molar com intercuspidações foi alcançado.


Os resultados sugerem que a combinação de um protrator maxilar e aparelhos sem torques  foram eficaz não só para corrigir a Classe III esquelética, mas também para promover movimentação para  frente, dos dentes postero-superiores.




Link do artigo na integra via Angle Orthodontist: