ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA: Mudanças nas relações oclusais na Dentição mista de pacientes tratados com expansão rápida da maxila

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Mudanças nas relações oclusais na Dentição mista de pacientes tratados com expansão rápida da maxila



Neste artigo de 2010, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores James A. McNamara, Jr; Lauren M. Sigler; Lorenzo Franchi; Susan S. Guest; Tiziano Baccetti; do Department of Orthodontics and Pediatric Dentistry, School of Dentistry; Center for Human Growth and Development, The University of Michigan, Ann Arbor - USA; Department of Orthodontics, University of Florence, Florence, Italia. Realizaram um estudo com uma boa amostra de pacientes de classe I, II e ponta e ponta (de cúspide)  na fase de dentição mista em que uma parte foi submetida ao protocolo de expansão rapida da maxila.

Este estudo foi realizado de forma prospectiva como o objetivo de medir as mudanças oclusais em pacientes de dentição mista que se submeteram a um protocolo padronizado de expansão precoce.

O tratamento consistiu de amostra de 500 pacientes que foram divididos em três grupos de acordo com a relação molar: Classe I, de ponta e ponta, e Classe II. Todos os pacientes foram tratados com uma expansão rápida maxilar com expansor colado (RME), seguido por uma placa de manutenção removível e um arco transpalatal. A média de idade no início do tratamento foi de 8,8 anos (T1), com um cefalograma pré-tratamento da fase 2 (T2) tomadas 3,7 anos mais tarde. A amostra controle consistiu dos registros cefalométricos de 188 pacientes não tratados (Classe 1; ponta e ponta; Classe II).

A maior mudança na relação molar foi observado no grupo de tratamento da Classe II  (1,8 mm) quando comparado com o grupo controle pareado (0,3 mm). Uma mudança positiva foi observada em 81% do grupo de tratamento de Classe II, com quase metade do grupo de melhoria de  2,0 milímetros. O grupo de tratamento de ponta e ponta teve uma variação positiva de 1,4 mm, em comparação com um valor de controle de 0,6 mm, e os de classe I de 1 mm em comparação com os controles, que permaneceram inalteradas (0,1 mm). Alterações esqueléticas não foram significativas em qualquer um dos grupos que foram comparados com os controles.

Os autores concluiram que o protocolo de expansão teve um efeito significativamente favorável sobre as relações oclusais sagitais da Classe II, de ponta e ponta, e Classe I em pacientes tratados na dentição mista de forma precoce.



Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


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