ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA: Agosto 2015

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tratamento Ortodôntico de um Incisivo Central Superior Anquilosado através da Distração osteogênica



Neste artigo publicado em 2010, pela Angle Orthodontist, pelos autores Dogan Dolanmaz; Ali Ihya Karaman; A.Alper Pampu; Ahu Topkara; do Department of Oral and Maxillofacial Surgery, Dentistry Faculty, Selcuk University, Konya, Turquia, do Department of Orthodontics, Kocaeli University, Konya, Merkez, Turquia, do Department of Oral and Maxillofacial Surgery, Dentistry Faculty, Karadeniz Technical University, Trabzon, Turquia. Mostra um caso de tracionamento de um incisivo central superior com auxilio de distração osteogênica.


Anquilose do dentaria é um dos vários problemas em odontologia que requer uma especial abordagem de tratamento, para obter resultados satisfatórios.


No tratamento ortodôntico de um dente anquilosado, diferentes modalidades de tratamento têm sido postas em prática, incluindo tanto ortodôntico como abordagens cirúrgicas.


Para obter resultados favoráveis, estética na margem gengival deve ser considerada no nivelamento do dente anquilosado no arco. A Distração osteogênica acompanhada pela mecânica ortodôntica é uma maneira sensata de conseguir este objetivo. No entanto, os dispositivos utilizados no protocolo de distração possuem preços altos e possuen também formas volumosas, causando problrmas funcionais e estéticos para o paciente.


Este artigo descreve o tratamento de um incisivo infra posionado anquilosado tracionado com forças de distração contínua produzidas pela mecânica ortodôntica convencional. Em conclusão, o dente anquilosado foi nivelado no arcada superior com sucesso com uma margem gengival harmônica.




Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Periscope + Twitter + Ortodontia Contemporânea = Novo Canal de Comunicação em Video e em Tempo Real




O Twitter é uma rede social voltada para usuários que querem seguir ou debater determinados acontecimentos em tempo real. E por que não utilizar essa ferramenta com o recurso  de vídeos em tempo real? Por esta razão o Twitter criou o Periscope, aplicativo gratuito (IOS e ANDROID) que permite ao usuário transmitir filmagens ao vivo e interagir com sua rede de relacionamentos.


Sempre ligados as redes sociais não poderíamos ficar distante desta poderosa ferramenta de interação social ... Desta forma, convidamos nossos colegas de especialidade a participar desta nova "jornada"... Nos siga via Periscope e Twitter através do endereço @ORTODONTIA .... Aguardem muitas novidades !!!!

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Um método de sobreposição da arcada dentária inferior usando Tomografia Computadorizada cone beam 3D e modelo ortodôntico digital 3D







Neste artigo de 2012, publicado pelo THE KOREAN JOURNAL of ORTHODONTICS, pelos autores Tae-Joon Park, Sang-Hyun Lee e Ki-Soo Lee; do  Department of Orthodontics, Graduate School, Kyung Hee University School of Dentistry, Seoul, Korea. Mostra um estudo que procura mostrar a viabilidade e aplicação de dois métodos de sobreposição dos modelos digitais em imagens tomográficas.

O objetivo deste estudo foi desenvolver um método de superposição de imagens imagens em 3 dimensões (3D) do arco inferior usando tomografia computadorizada de feixe cônico  (CBCT) e  modelagem ortodôntica 3D digital.

Imagens 3D de TCFC foram adquiridas pela substituição da parte dental das imagens em 3D com imagens tomográficas odontológicas precisas de um modelo 3D digital ortodôntico. As imagens foram adquiridas antes e após o tratamento. Para a sobreposição, dois métodos de sobreposição foram concebidos. Sobreposição de superfície foi baseada na estrutura da mandíbula por emparelhamento de superfície-a-superfície (método de melhor ajustamento) osso basal. O plano de superposição foi baseado em estruturas anatômicas (forame mental e lingual). Para a avaliação, 10 pontos de referência, incluindo dentes e as estruturas anatômicas foram atribuídos, e sobreposições e as medições foram realizadas 30 vezes para determinar o método mais reprodutível e confiável.

Todos os marcos demonstraram que o método de sobreposição de superfície produziram valores de coordenadas relativamente mais consistentes. As distâncias médias dos valores dos pontos de referência medidos a partir do meio, foram estatisticamente significativamente mais baixos com o método sobreposições superfície.

Os autores concluíram que entre os dois métodos de sobreposição concebidos para a avaliação das alterações 3D no arco inferior, a sobreposição de superfície foi o método mais simples, reprodutível e confiável.

Link do Artigo na Integra voa e-KJO:

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Mais uma novidade da Academia da Ortodontia Contemporânea


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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

5º Lingual Meeting


Irá acontecer nos dias 27 e 28 de novembro de 2015 em São Paulo, o 5º Lingual Meeting com grandes nomes da ortodontia Lingual Brasileira e Internacional. Uma boa oportunidade para os colegas que buscam conhecer as possibilidades e protocolos de tratamento utilizando um recurso terapêutico altamente estético. Parabéns aos Professores Drs. Marcos e Lucas Prieto pela iniciativa e organização de um evento que soma positivamente ao crescimento da nossa especialidade aqui no Brasil.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Aparelho Fixo Parcial 4 x 2 na dentadura mista: quantas indicações!





Neste Artigo de 2008, publicado pela Revista Dental Press, pelos autores Camilo Massa, Bruno Albuquerque, Sandra Fausta; da especialização em Ortodontia pelo HGeR e da Graduação e Especialização em Ortodontia da FOC - Pernambuco. Cita as situações em que deve ser evitada a mecânica 4 x 2 e apresentar diversas indicações clínicas desta terapia, ilustrando sua eficácia com casos tratados.


Prevenção é um conceito unânime na área de saúde e a Ortodontia, dentro deste contexto, também valoriza a idéia de diagnóstico e tratamento precoce. Devido à alta prevalência de más oclusões na dentadura mista, esta fase é reconhecida como a melhor época para se interceptar problemas que interferem no crescimento e desenvolvimento do complexo dento-maxilar e provoquem alteração na guia de erupção dos dentes permanentes”.


Dentre os procedimentos interceptativos, o aparelho fixo parcial 4 x 2 apresenta um grande leque de aplicações na fase da dentadura mista, desde que indicado em situações criteriosamente
selecionadas.


Segundo Moyers, existe uma percepção errada dos objetivos de um tratamento precoce devido à dificuldade de definí-los claramente. Isso leva a tratamentos desnecessários, iatrogenias, tempo elevado de mecanoterapia e desgaste na relação paciente –profissional. Não são poucos os relatos de casos em que um determinado profissional iniciou um tratamento fixo parcial na dentadura mista, o cliente entrou no segundo período transitório e por uma lógica irracional o ortodontista mantém a aparatologia e segue colando os braquetes nos dentes que vão erupcionando. Após erupção de todos os dentes, aí é que irá começar a ortodontia corretiva de fato.

Quanto tempo perdido! Não é o aparelho que deve esperar pelo dente mas, o inverso. Tais condutas devem ser evitadas. Moskowitz acredita que a prática da Ortodontia interceptadora deve obedecer alguns princípios, dentre eles:

1 - Definição dos objetivos de tratamento;
2 - Determinação dos casos que não devam ser tratados precocemente;
3 - Seleção de casos apropriados para o tratamento inteceptativo.

COTRA-INDICAÇÕES

Apinhamento primário temporário


Apinhamento primário é toda irregularidade na região dos incisivos, provocadas por falta de espaço e manifestada no primeiro período transitório da dentadura mista. Quando os incisivos permanentes apresentam irregularidades de posição, mas irrompem na linha do rebordo alveolar esse apinhamento é denominado de temporário. Ele faz parte do desenvolvimento normal da oclusão, sendo responsável por ganho secundário de espaço através de aumento da distância intercaninos. É freqüente e auto-corrigível. O nivelamento 4 x 2 além de desnecessário,
poderia interferir nesse processo fisiológico. Silva Filho et al., e Silva Filho recomenda: na dúvida, em apinhamento primário, aguarde e reavalie!


“Fase do patinho feio”

Guedes Pinto define como uma fase normal transitória do desenvolvimento da oclusão, caracterizada por um diastema inter-incisivos e inclinação distal da coroa dos incisivos laterais superiores, com ápices convergentes, provocada pela proximidade destes com a coroa do canino permanente intra-ósseo. De acordo com Broadbent, ocorre a partir do período inter-transitório, dura de 3 a 4 anos e se auto corrige com a erupção dos caninos superiores.

Situações em que os benefícios não justificam a abordagem

Moyers contra-indica a intervenção precoce nas seguintes situações:


- A intervenção precoce só aumentaria tempo e custo do tratamento em troca de um benefício mínimo;
- Melhores resultados puderem ser obtidos em outra época;
- Imaturidade da criança inviabiliza o tratamento.


MOMENTO IDEAL
É pertinente lembrar que não está se trabalhando em dentadura permanente, com os 28 ou 32 dentes presentes na cavidade bucal. No período inter-transitório da dentadura mista, além dos dentes erupcionados, soma-se os caninos, pré-molares, segundos e terceiros molares permanentes intra-ósseos, totalizando 44 dentes. O momento ideal de iniciar a mecânica com aparelho 4 x 2 é no final do primeiro período transitório, quando os incisivos já terminaram sua irrupção ativa e início do intertransitório, quando o canino permanente ainda está distante do ápice dos incisivos laterais superiores.


CRITÉRIOS DA MONTAGEM DO APARELHO
A maior preocupação em uma mecânica de aparelho fixo parcial 4 x 2 na dentadura mista seria o risco de jogar a raiz dos incisivos laterais ao encontro dos caninos. É imprescindível a tomada de radiografias periapicais dessa região para se determinar o grau de proximidade entre eles. Entretanto, mesmo com um diagnóstico preciso e instalando a aparatologia em época oportuna, alguns critérios devem ser respeitados durante a montagem do aparelho. A técnica de escolha nesses casos deveria ser a de Edgewise, uma vez que os acessórios do Straight Wire apresentam angulações embutidas que tendem a colocar a coroa para mesial e a raiz, de maneira indesejável na dentadura mista, para distal.


INDICAÇÕES

Abertura de espaço, seguida ou não de tracionamento de incisivo incluso

A retenção de dentes anteriores inclusos ocorre em 1 a 2% dos pacientes que procuram o ortodontista21. Uma prevalência que pode ser considerada baixa, porém importante, dado o caráter estético e psicológico que acompanha este tipo de problema. As causas são as mais variadas tais como: Odontomas; cistos dentígeros; traumatismos em dentes decíduos, levando à dilaceração coronária, ou radicular; anquilose dentária; posicionamento ectópico; dentes supranumerários; retenção prolongada ou perda precoce dos decíduos; e discrepância negativa de modelo.


Fechamento de diastema inter-incisivos, objetivando ganho de espaço para erupção dos incisivos laterais superiores

Vichi et al. em estudo com amostragem de 2.400 adultos jovens encontrou uma predominância absoluta de diastemas pela presença do freio labial anômalo (73,6%), seguido de diastemas por anomalia de localização, de posição e de direção, geralmente de incisivos laterais (8,5%).


Alinhamento e Nivelamento em Apinhamento Definitivo Ambiental

Silva Filho et al. define o apinhamento primário como sendo toda irregularidade presente na disposição dos incisivos permanentes, devido à discrepância dente versus osso negativa, manifestado no primeiro período transitório da dentadura mista. O apinhamento primário se divide em temporário ou definitivo. O definitivo é uma falta de espaço mais severa que o temporário, quando os incisivos irrompem completamente fora do rebordo alveolar, por lingual ou por vestibular, sem haver espaço disponível para o seu alinhamento no arco. É classificado também desta maneira os casos onde os incisivos estão na linha do rebordo alveolar, às custas da esfoliação de dente decíduo diferente do seu antecessor. O apinhamento definitivo por sua vez pode ser classificado em genético ou ambiental. O apinhamento definitivo ambiental é quando existe discrepância entre o tamanho dentário e a forma do arco. Poderá ocorrer em ambos os arcos, mas manifesta-se preferencialmente na maxila.


Retração ântero-superior associado à correção precoce de Padrão II com protrusão dentária superior


Almeida et al. recomenda iniciar o tratamento da Classe II no segundo período transitório, apresentando como vantagens o fato de constituir um período ativo de irrupção dentária, podendo-se tirar proveito do grande potencial de desenvolvimento vertical dento-alveolar e muitas vezes, esta fase coincidir com o período de maior aceleração na velocidade de crescimento corporal e facial. Silva Filho corrobora com este protocolo ao afirmar que em sua experiência com
Ortopedia Funcional, a época para o início de tratamento da Classe II, por deficiência mandibular tem sido guiada pela idade óssea, coincidindo com a curva ascendente do crescimento circumpuberal, não iniciando antes do segundo período transitório da dentadura mista. Elege, entretanto, o período intertransicional para tratar as deficiências mandibulares acima da média, baseado no alívio psico-social e risco de traumatismos dos incisivos superiores. A desvantagem é a contenção prolongada. Mcnamara também defende o tratamento precoce , no início da dentição mista em casos que apresentam graves problemas esqueléticos e neuro-musculares .


Protrusão de incisivos superiores em má oclusão Classe II div. 2, liberando crescimento mandibular ou criando trespasse horizontal para permitir avanço mandibular ortopédico

Existe quase um consenso na literatura com relação à escolha do segundo período transitório da dentadura mista, coincidindo com o surto de crescimento circumpuberal, como o melhor momento para se tratar um Padrão II deficiência mandibular.

Entretanto, muitos casos tratados com ortopedia funcional dos maxilares, necessitam de uma fase ortodôntica prévia, no início da dentadura mista. Cerca de 30% das más oclusões de Classe II por deficiência mandibular apresentam os incisivos superiores retroinclinados. McNamara sugere, nesses casos, um arco base de intrusão modificado para projeção , devendo este passar 2 a 3mm à frente dos acessórios dos incisivos.


Correção de sobremordida profunda no segundo período transitório, na época de erupção dos caninos permanentes superiores


A sobremordida profunda é encontrada freqüentemente na clínica ortodôntica. Ela pode ser tratada por intrusão dos dentes anteriores, extrusão dos dentes posteriores ou um combinação de ambos. A intrusão dos incisivos superiores deve ser o tratamento eleito em indivíduos com sorriso gengival, falta de selamento labial, lábio superior curto e padrão de crescimento vertical. Nos pacientes Classe II que apresentam um trespasse horizontal aumentado é comum toda a bateria anterior estar extruída. Nessas situações Burstone e Koenig recomenda a intrusão seletiva dos incisivos e só depois realiza a dos caninos com uso de um braço de alavanca. Embora efetiva, esta é uma mecânica que despende tempo de tratamento considerável, e necessita de excelente controle de ancoragem, uma vez que a maioria desses pacientes são dolicocéfalos e deve-se evitar a extrusão posterior com AEB.


Correção de Mordida Aberta Anterior após o primeiro período transitório da dentadura mista


Na dentadura mista, a prevalência de mordida aberta anterior pode alcançar até 18,5%. De etiologia diversa, o tratamento é interdisciplinar. A nós ortodontistas cabe normalizar as alterações morfológicas. Dentre essas dá-se prioridade à correção transversa, quase sempre presente, preferencialmente através de uma disjunção maxilar. Tal procedimento leva a extrusão dos molares e rotação mandibular horária, sendo recomendado o uso de mentoneira vertical em pacientes dolicocéfalos. A fase seguinte seria o impedimento mecânico, com grade fixa ou removível, à freqüente interposição lingual. Para muitos autores, o melhor momento para se intervir seria no início da dentadura mista, uma vez que o padrão de crescimento se manifesta precocemente e por constituir um período de irrupção ativa dos incisivos.


CONCLUSÃO


Diante do exposto, pode-se concluir que o aparelho fixo parcial 4 x 2 apresenta um grande leque de indicações na fase de dentadura mista. Dentre elas, pode-se citar:


1 - Abertura de espaço, seguida ou não de tracionamento de incisivo incluso;
2 - Fechamento de diastema inter-incisivos, objetivando ganho de espaço para erupção dos incisivos laterais superiores;
3 - Alinhamento e nivelamento em Apinhamento Definitivo Ambiental;
4 - Retração ântero-superior associado à correção precoce de Padrão II com protrusão dentária superior severa;
5 - Protrusão de incisivos superiores em Cl. II div. 2, liberando crescimento mandibular ou criando trespasse horizontal para permitir avanço mandibular ortopédico;
6 - Correção de sobremordida profunda no segundo período transitório, na época de erupção dos caninos superiores;
7 - Correção de Mordida Aberta Anterior após o primeiro período transitório da dentadura mista.


Link do artigo na integra via Dental Press:


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Alterações dimensionais dos seios maxilares e do espaço aéreo faríngeo em pacientes Classe III submetidos à cirurgia ortognática bimaxilar




Neste artigo de 2013, publicado na Angle Orthodontist, pelos Autores Eleni Panou; Melih Motro; Mustafa Ates; Ahu Acar; Nejat Erverdi, do Department of Orthodontics, School of Dentistry, University of Marmara, Istanbul, Turkey; Mostra um estudo realizado com tomografias, que avalia mudanças volumétricas das vias aéreas em pacientes submetidos a cirurgias ortognáticas.

O estudo foi realizado com o objetivo de avaliar a via aérea faríngea e alterações de volume do seio maxilar após a cirurgia recuo mandibular combinado com avanço maxilar e / ou cirurgia de impactação.

Foram selecionados dezessete pacientes Classe III esquelética (11 do sexo feminino e 6 do masculino) que necessitaram de cirurgia ortognática bimaxilar. Mensurações volumétricas foram realizadas usando tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT) verificada no pré-operatório e 3,9 +- 0,87 meses de pós-operatório. Todos os exames tomográficos foram avaliados e analisados ​​utilizando o software Mimics 14.0. Volumes pré-operatórios e pós-operatórios de vias aéreas faríngea e dos seios maxilares, nas relações entre as quantidades de movimento cirúrgico dos maxilares e nos volumes acima foram avaliados estatisticamente.

 A área do espaço aéreo faríngeo não apresentaram mudanças significativas, exceto para os volumes mais baixos e totais de vias faríngea em homens, no qual se observou uma diminuição significativa (6 4196,27 +- 2061,11 mm3 e 3375,53 +- 3624,67 mm3, respectivamente). Nenhuma mudança significativa foi observada na área transversal mínima das vias aéreas faríngeas. Houve uma diminuição significativa no volume dos seios maxilares após a cirurgia em 3448,09  +-3315,56 mm3. Não foi encontrada correlação entre a quantidade de movimento no esqueleto e da mudança no volume de aéreo faríngeo ou seios maxilares.

Os autores concluíram que houve uma diminuição significativa apenas nos volumes aéreos faríngeos inferiores e totais em homens e uma diminuição significativa no volume dos seios maxilares.

Link do aritgo na integra via Angle Orthodontist:

http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/100212-777.1

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Uma comparação morfométrica em cefalometrias tridimensionais e convencionais entre assimetrias nos planos sagital mediano e craniofacial





Neste artigo de 2012, publicado pelo The journal Clinical Oral Investigations; pelos autores Janalt Damstra Zacharias Fourie; Marnix De Wit; Yijin Ren; do Department of Orthodontics, University Medical Center Groningen, University of Groningen, Netherlands. Mostra um estudo comparativo de assimetrias avaliadas por cefalometria convencional e  3D.

Os Métodos morfométricos são utilizados na biologia para estudar a simetria de um "objeto" em organismos vivos e desta forma, determinar o verdadeiro plano de simetria.

O objetivo deste estudo foi determinar se haviam diferenças clínicas entre cefalometrias tridimensionais(3D) do plano sagital mediano usado ​​para descrever assimetrias craniofaciais e um plano de simetria verdadeiro, derivado de um método morfométrico baseado traços faciais visíveisA amostra foi composta de 14 crânios secos (9 simétricas e 5 assimétricoscom marcadores metálicos que foram escaneados com tomografia computadorizada cone-beam. Os estudos de erro e análise estatística foram realizados para validar o método morfométrico.

Os planos morfométricos em cefalometrias convencionais foram construídos e comparados. Os planos cefalométricos 3D foram construídos perpendiculares ao plano horizontal de Frankfurt, e se assemelhavam ao plano morfométrico em ambos os grupos simétricos e assimétricos, com diferenças médias de menos de 1 milímetro para a maioria das variáveis. No entanto, os desvios-padrão foram muitas vezes grandes e clinicamente significativos para essas variáveis. Haviam diferenças clinicamente relevantes (>1,00 mm) entre os diferentes planos cefalométricas 3D e o plano sagital médiano verdadeiro de simetria determinada pelas características faciais visíveis.

A diferença entre os planos sagitais mediano cefalométricos 3d e do plano de simetria verdadeiro determinada pelas características faciais visíveis, foram clinicamente relevantes. Cuidado deve ser tomado com os planos sagitais medianos cefalométricos, no diagnóstico e planejamento de tratamento das assimetrias craniofaciais pois podem diferir do verdadeiro plano de simetria conforme determinado por morfometria.


Link do artigo na integra via NCBI:

domingo, 2 de agosto de 2015

Pensamento da Semana

"Quer você acredite que consiga fazer uma coisa ou não, você estará sempre certo!"

Henry Ford