ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Mini-implantes vs aparelhos funcionais fixos para o tratamento de pacientes adultos jovens do sexo feminino com má oclusão de Classe II: Um ensaio clínico prospectivo






Neste artigo de 2012, publicado no Angle Orthodontist, pelos autores Madhur Upadhyay; Sumit Yadav; K. Nagaraj; Flavio Uribe; Ravindra Nanda; do Departmentof Craniofacial Sciences, University of Connecticut, Health Center, Farmington; Department of Orthodontics, KLE University, Belgaum, India; Mostra um estudo comparativo dos efeitos estéticos e biomecanicos no protocolo de tratamento da classe II 1ª divisão tratados com mini-implantes associados a extrações de primeiros prés e a terapia com propulsor mandibular. Um excelente estudo !!!

Este estudo foi realizado com o intuito de  comparar os efeitos do tratamento de retração dos dentes anteriores superiors com mini-implantes de ancoragem em adultos jovens com Classe II divisão 1 de Angle, submetidos a extração dos primeiros pré-molares superiores com pacientes similares tratados por um aparelho funcional fixo.

Trinta e quatro adultos jovens do sexo feminino com (idade média de 16,5 + - 3,2 anos, overjet mm> = 6) com má oclusão de Classe II divisão 1, foram divididos em dois grupos: grupo 1 (G1), em que a correção do overjet foi obtida com um aparelho funcional fixo (FFA) e o grupo 2 (G2), na qual os primeiros pré-molares superiores foram extraídos, seguido por fechamento do espaço com mini-implnates como unidades de ancoragem. Alterações do tecido dento esqueléticos e tegumentares foram analisadas em telerradiografias tomadas antes (T1) e após (T2) a correção do overjet.

Ambos os métodos foram úteis na melhora da sobressaliência e relações interincisal. Movimentos de extrusão e mesialisação do molar inferior, juntamente com menor proclinação incisivo, foram observados em G1. G2 mostraram distalização e intrusão do molar superior. O ângulo de Nasio-labial tornou-se mais obtuso no G2, enquanto protrusão do lábio inferior foi observado para G1.

Os autores concluiram que: Os dois protocolos de tratamento, são adequados para a compensação dentária da má oclusão de Classe II, mas não para corrigir a discrepância esquelética. Houve diferenças significativas nos efeitos do tratamento dentário  e dos tecidos moles entre os dois protocolos de tratamento.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Imersão em Biomecânica do Arco Segmentado - Academia da Ortodontia Contemporanea

Uma imersão nos conceitos mais sólidos da biomecânica ortodôntica para quem utiliza técnicas de arco contínuo. Neste curso, teremos 2 dias de aulas teóricas e laboratoriais  para introduzir os conceitos da biomecânica do arco segmentado para serem utilizados em qualquer técnica.

O programa visa situações específicas que tem suscitado dúvidas e dificuldades no dia-a-dia clínico, como verticalização de molares, retrações, distalizações, controle vertical, intrusões, distalizações, etc.

Você poderá ouvir, ver e fará os dispositivos em aula. Sob orientação da equipe da Ortodontia Contemporânea e todos os efeitos serão estudados.



quarta-feira, 16 de abril de 2014

Historia da Ortodontia - Calvin Case
























Calvin Suveril Case (1847-1923) formou-se em Odontologia em 1871 e em Medicina em 1884. Foi um dos primeiros profissionais a tentar realizar com a ortodontia a movimentação de corpo dentário com o controle de aparelhos, e a utilizar fios (.016" e ,018" ouro), e também em conjunto com Henry Baker, foram os primeiros a utilizar elásticos Classe II para correção Ortodontica, com um trabalho apresentado no congresso da Columbia Dental Association em 1893, no qual expos casos tratados com ortodontia associada a elásticos intermaxilares.


Ele também acreditava que, embora os arcos dentários pudessem ser expandidos para acomodar todos os dentes, isso não poderia garantir uma estabilidade a longo prazo. Sendo um dos defensores da “rational school” a qual ele se inseria se opunham, dessa forma, à teoria do criacionismo e da perfeição do homem, defendida pela “new school” de Angle.


Embora não possuísse um volume suficiente de pesquisas para subsidiar suas idéias, Case era um dos maiores anatomistas da época, afirmava que as contraposições à filosofia de Angle eram pelo fato da inabilidade de se expandir o osso basal, da limitação em se expandir o osso alveolar e pelo fato de muitas das más oclusões ocorrerem em virtude da discrepância basal maxilo-mandibular, não podendo, dessa forma, serem resolvidas em pacientes sem crescimento.


Ele defendia exodontias para corrigir deformidades faciais, embora menos do que 10% dos seus pacientes possuíam esta indicação, pois ele não acreditava que o paciente deveria ser tratado sob um modelo único, e que em alguns casos, a exodontia se fazia necessária. Ao fazer esta proposta de tratamento, incorreu na ira de Angle e seus discípulos. Case no outono de 1911 juntamente a Cryer, Dewey, Ferris, Buckley, Bowman y Hinman, na Reunião Anual da National Dental Association em Chicago, participaram de um debate que veio a ser conhecido como o "Grande Debate da Extração". Desde então se aceitam as extrações como um recurso terapêutico, imprescindível em muitos casos.


Calvin Case, criticava também no método de Angle, um certo descuido no relacionamento dos dentes com a face, isto é, no perfil facial. Outra crítica feita por Case e outros profissionais era que, embora a maloclusão fosse um problema tridimensional, no sistema de Angle somente os desvios antero-posteriores foram levados em consideração, condenando Angle por produzir "faces feias".


Angle inventou e patenteou inúmeros dispositivos para terapia ortodôntica. Em 1890, construiu um aparelho ortodôntico que denominou de arco "E", que consistia de um arco vestibular pesado de expansão unido por soldas a duas bandas parafusadas nos dois primeiros molares. Tal aparelho era vendido montado em cartões, deste modo, o dentista realizava soldagens simples, e instalava-o no paciente. Angle foi muito criticado por isso, principalmente pelo Dr. Calvin Case, que acreditava que os aparelhos deveriam ser feitos pelo ortodontista de forma personalisada para cada paciente.




Link de um artigo de 1904 do Dr. Calvin Case publicado pela Dental Cosmos:


terça-feira, 15 de abril de 2014

Distalização dos molares superiores usando um braço de força associado a mini implantes






















Neste artigo de 2008, publicado pela Angle Orthodontics, pelos autores Seung-Min Lim; Ryoon-Ki Hong, de Seul - Corea do Sul. Os autores mostram mais uma forma de distalização de molares de forma eficiênte utilizando os Mini implantes Ortodonticos associados a um braço de força prolongao preso ao tubo dos molares.


Recentemente, muitos estudos têm sido feitos sobre a distalizaçãp do molar utilizando dispositivos de ancoragem temporaria. No entanto, os efeitos colaterais da distal movimento, tais como distal depósito, rotação, ou de extrusão, ainda estão por resolver. Este artigo descreve o uso da alavanca-braço e mini-sistema de implante controlados movimento distal de molares superiores e dois casos clínicos nos quais os pacientes foram tratados com este sistema.


Os Mini implantes são ótimos para controlar o ponto de aplicação da força na área posterior sem perda ancoragem. Quando o comprimento do braço de alavanca e a posição dos mini implantes são ajustadas, a desejada linha de ação da força distal é determinada respeitando o centro de resistência dos molares superiores.


O braço de alavanca, e os mini implantes são um sistema útil não só para a ancoragem absoluta, mas também para o controle tridimensional durante a distalização dos molares superiores.


Link do artigo na Integra via Angle Orthodontics:


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Avaliação da precisão das imagens reconstruídas em 3D utilizando a TC cone-beam e mensurações manual




Neste artigo de 2012, publicado pelo Imaging Science in Dentistry, pelos autores Mija Kim, Kyung-Hoe Huh, Won-Jin YI, Min-Suk Heo, Sam-Sun Lee, Soon-Chul Choi; Department of Orthodontics, Hangang Sacred Heart Hospital, Graduate School of Clinical Dentistry, Hallym University, Seoul; Department of Oral and Maxillofacial Radiology and Dental Research Institute, School of Dentistry, Seoul National University, Seoul; Department of Oral and Maxillofacial Radiology, BK21 Craniomaxillofacial Life Science, and Dental Research Institute, School of Dentistry, Seoul National University, Seoul, Korea. Mostra um estudo comparativo entre as mensurações cranianas com paquímetro digital e realizadas com auxilio de softwares de reconstrução 3d de Tomografias computadorizadas. 


Este estudo foi realizado com o objetivo de determinar a precisão das medições lineares em imagens tridimensionais (3D) utilizando multi-detector de tomografia computadorizada (TCMD) e a tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT). 

O TCMD e CBCT foram realizados utilizando 24 crânios secos. Vinte e uma medições foram feitas nos crânios secos utilizando paquímetro digital. Ambos os tipos de dados da TC foram importados para o Software OnDemand e  a identificação dos pontos de referência nas superfícies das imagens 3D, o processamento e cálculo das medidas lineares foram realizadas. A reprodutibilidade das medidas foram avaliadas por meio de medidas repetidas ANOVA e ICC, e as medições foram comparadas estatisticamente utilizando o teste t de Student. 

Todas as avaliações das baseadas em medições diretas e em medições sobre as imagens de TC 3D da superfície de renderização usando TCMD e CBCT não mostraram diferenças estatisticamente sob o exame ICC. As medições não mostraram diferenças entre as medidas diretas no crânio seco e nas medidas baseadas em imagens 3D TC de renderização de superfície.

Os autores concluíram que as imagens tridimensionais da superfície reconstruída usando MDCT e CBCT são adequadas para medições em 3D.

Link do artigo na Integra via  isdent :

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Avaliação de fricção de braquetes autoligaveis estéticos




Neste artigo publicado em 2010, pela Angle Orthodontist pelos autores John C. Voudouris; Christos Schismenos; Kresimir Lackovic; Mladen M. Kuftinec; do Department of Orthodontics, New York University, College of Dentistry, Nova Iorque. Faz um estudo do atrito gerado com os braquetes auto-ligáveis estéticos de varias marcas disponíveis no mercado.

Este estudo foi realizado com intuito de testar as forças de atrito (FRS) gerada entre vários arcos Ortodonticos (1) Interação Braquetes auto-ligaveis (ISL) (2) Braquetes ligados convencionalmente(CL).

forças de atrito produzidas entre três diferentes combinações de arco e os braquetes auto-ligáveis(SL) (cerâmica e metal no slot ou todo em metal) e braquetes de CL (metal ou cerâmica), foram avaliados em um ambiente seco. Os três tipos de braquetes testados foram ISL In-Ovation - C, In-Ovation-R, e Damon 3. Os três Braquetes CL foram Mystique com Neo Clip, clarity, e Ovation. Cada braquete foi testado com fios 0,020", 0,019 X 0,025" e 0,018X0,018" revestido.

Os brauetes ISL geralmente apresentaram as menores forças de atrito, independentemente do material e do tamanho do fio, e os braquetes CL apresentaram consistentemente maior forças de atrito. Mystique, Neo Clip produziram menor atrito de todos os braquetes. Os braquetes In-Ovation-C demonstraram menor resistência ao atrito do que os braquetes SL In-Ovation-R e Damon3 , bem como os braquets CL Clarity e Ovation.

Os braquetes ISL cerâmicos produziram menor atrito de todos os braquetes auto-ligáveis. Os Braquetes CL cerâmicos produziram o maior atrito.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Condições de forças ótimas para controlar a mecânica de deslize dos dentes anteriores










Neste artigo de 2009, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Jun-ya Tominaga; Motohiro Tanaka; Yoshiyuki Koga; Carmen Gonzales; Masaru Kobayashi; Noriaki Yoshida; do Department of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, Nagasaki University Graduate School of Biomedical Sciences, Nagasaki, Japão; Mostra através de um estudo com elementos finitos a eficiência de uma mecânica de deslize com o auxilio de mini implantes.


Este estudo teve o objetivo de determinar ótimas condições de carga, como a altura da retração e vigor do braço de força e sua posição no arco ortontico na mecânica de deslizamento. o metodo 3D de Elementos Finitos (MEF) foi usado para simular a retração maciçamente dos dentes anteriores na mecânica de deslizamento. O grau de alteração labiolingual dos incisivos centrais superiores foi calculado e o vigor da retração foi aplicado a diferentes alturas de um determinado braço de força localizado a mesial ou distal do canino.


Quando o braço de força foi colocado a mesial do canino, o nível de 0 mm (braquete nível do slot), foi observado uma inclinação lingual descontrolada da coroa do incisivo e o segmento anterior do arco ortodontico foi deformada para baixo. Na altura do braço de força de 5,5 mm, o movimento corporal foi produzido e os acos ortodonticos foram menos deformados. Quando a altura do braço de força excedeu 5,5 mm, o segmento anterior do arco ortodontico foi levantado para cima e a inclinação lingual da raiz ocorreu. Quando o braço de força foi posicionado a distal do canino, uma inclinação lingual da coroa foi observada até um nível de 11,2 mm.


A colocação do braço de força e de um arco ortodontico entre o incisivo lateral e o canino permite aos ortodontistas manter um melhor controle dos dentes anteriores em uma mecânica de deslizamento. Ambos os princípios biomecânicos associados ao centro da resistência do dente e da deformação do arco ortodontico devem ser tidos em consideração para a previsão e planejamento ortodôntico na movimentaçao dentaria.




Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


terça-feira, 8 de abril de 2014

Ancoragem Zigomática numa retração em massa no tratamento de uma severa Classe II 1ª Divisão








Neste artigo de 2005, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Nejat Erverdi e Ahu Acar, do Departmento de Ortodontia, da escola de Odontoloia, Marmara University, Nisantasi, Istanbul, Turquia. Mostra mais uma aplicação das Mini placas numa retração Ortodontica, em um caso limitrofe.


O controle da ancoragem é um dos aspectos mais importantes do tratamento ortodôntico. Ancoragem moderada é relativamente fácil de gerenciar com alguns aparelhos intra-orais e procedimentos biomecânicos. Por outro lado, os casos que requerem ancoragem máxima necessitam de apoio extraoral para reforçar a ancoragem. Em alguns casos, a ancoragem de 100% tem de ser mantido, sendo denomindada uma ancoragem absoluta.


É difícil e muitas vezes impossível ter a ancoragem absoluta obtida por métodos convencionais, tais como aplicação de força extra-oral. Atualmente, os profissionais buscam alternativas em protocolos de ancoragem, que não incorporam aparelhos extrabucais e que não requerem a cooperação do paciente.


Os recentes estudos desenvolvidos no campo da osseointegração tornaram possível o uso de implantes para ancoragem ortodôntica. Wehrbein et al, Bernhart et al, Triaca et al, Tosun et al, e Keles et al, todos com o uso implantes palatinos, utilizados para alcançar ancoragem absoluta e relataram os resultados bem sucedidos.


Alguns outros pesquisadores têm utilizado implantes dentários na ancoragem ortodôntica. O termo ancoragem esquelética tornou-se popular depois das miniplacas de titânio e microparafusos que começaram a ser usados. Na ncoragem em tratamento de mordida aberta esquelética, Erverdi et al e Sherwood et al, utilizados na fixação propiciada por miniplacas de titânio, que foram colocados na região zigomática. Clerck et al utilizaram ancoragem zigomática durante uma retração de dentes anteriorea na maxila. Seus relatos sugerem que os zigomáticos servem como um local útil para a obtenção de ancoragem ortodôntica absoluta.


No caso apresentado, ocorreu uma retração em massa de seis dentes anteriores realizada com fixação zigomática. Em uma tentativa de atingir o movimento corporal do segmento anterior, a força de retração foi aplicada aproximadamente ao nível de centro de resistência do segmento anterior. A paciente tinha 24 anos de idade, mulher que apresentava uma má oclusão de Classe II divisão 1. Suas principais queixas eram uma aparência facial se estática e um sorriso gengival. Sua anamnese não mostrou nenhuma contra-indicação de tratamento ortodôntica.


Neste caso, o ideal da estética facial pode ser atingida através de uma intervenção cirúrgica, o que implicaria numa impactação da maxila e avanço mandibular. Entretanto, a paciente rejeitou fortemente esta opção, se opós e exigiu uma alternativa de tratamento, o que implicaria no uso de um aparelho extra-oral. Com a adoção deste plano de tratamento, extrações de primeiros pré-molares superiores e a retração em massa de seis dentes anteriores, era possível tratar os dentes para uma oclusão aceitável, mas o perfil foi influenciado apenas de forma limitada, com a mandíbula que ficou numa posição retrognata.


Os autores concluiram que a retração em massa dos seis dentes anteriores utilizando ancoragem zigomática óssea é um método eficiente para a correção de um problema de sobressaliência severa.


Link do artigo a integra via Angle Orthodontist:


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Biomecânica e protocolo de tratamento ortodôntico na Distração Osteogênica Maxilofacial





Neste artigo de 2011, publicada pela National Journal of Maxillofacial Surgery, pelos autores Sandhya Maheshwari, Sanjeev K. Verma, Mohd. Tariq, K. C. Prabhat, Shailendra Kumar, do Department of Prosthodontics, C.S.M. Medical University (KGMC), Lucknow, India e do Department of Orthodontics and Dental Anatomy, D. Z. A. Dental College, Aligarh Muslim University, Aligarh, India. Demonstra todo o protocolo de tratamento voltado para pacientes submetidos a distração osteogênica.

Como nos procedimentos cirúrgicos combinados e ortodôntico  tradicionais , um ortodontista pode desempenhar um papel fundamental no planejamento e do tratamento ortodôntico de um paciente submetido a distração osteogênica. 

Este papel inclui a avaliação pré-distração do esqueleto craniofacial, da função oclusal, pré-distração, distração e pós-tratamento ortodôntico. Com base na avaliação clínica, estudo dos modelos dentarios, análise fotográfica, avaliação cefalométrica e análise tomográfica tridimensional computadorizada, o ortodontista em colaboração com o cirurgião buco maxilo facial, planeja colocação do  dispositivo de distração e analisa os vetores previstos da distração. 

Finalmente, como em outras formas de cirurgia ortognática, a prática da distração osteogênica depende da cooperação e planejamento entre o ortodontista e o cirurgião como uma equipe. Objetivo do artigo foi analisar a biomecânica e protocolo de tratamento ortodôntico da distração osteogênica na região maxilo-facial.

Link do artigo na integra via NCBI:

domingo, 6 de abril de 2014

Pensamento da Semana


"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade."


Georges Bernanos

quinta-feira, 3 de abril de 2014

ORTHO Flextech ™


Interessante este produto da Reliance, industria com referencia em sistemas de adesão, o ORTHO Flextech ™,  uma espécie de fio com composição a base de ouro, o que deve permitir uma certa maleabilidade e resistência ao produto. Alem da biocompatibilidade inerente ao Ouro. com preço sugerido no Site de US$ 150,00

O que a empresa fala do produto:

ORTHO Flextech ™


Sistema de Retenção Dental

A próxima geração em retenção lingual Usando Retentor Cadeia contínuo de ouro

RECURSOS DO PRODUTO

. Ortho Flextech se destina a ser usado para reter a posição dos dentes após o tratamento ortodôntico.
. Estabiliza correções ortodônticas
. Previne recidivas rotacional
. Fácil aplicação - naturalmente a formas de curvatura do arco lingual
. Menor tempo profissional / menos tempo de cadeira
. Baixa taxa de falhas devido a "flex linkage"
. Sem custos ou atrasos de laboratório
. O conforto do paciente melhorou - estabelece planos contra os dentes
. Estética duradoura devido à composição de ouro 14 quilates branco.

Link do Produto: