ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Você já pensou em estudar ortodontia em uma faculdade dos EUA?

Um sonho que agora será possível!


Durante muitos anos imaginamos ser impossível viajar para os EUA e ser recebido em uma faculdade tradicional americana para intercâmbio e aprendizado. Com o tempo, passamos a conhecer muita gente boa espalhada pelo mundo e as oportunidades foram aparecendo também. Claro que poderíamos usufruir disso e não compartilhar com vocês, mas daí não seríamos nós mesmos. A nossa única bandeira sempre foi compartilhar o conhecimento e as oportunidades.

Conclusão: Organizamos com o Departamento de Ortodontia da University of Texas em Houston-TX, para formarmos um grupo de amigos e realizarmos um encontro dentro do departamento, na intimidade do convívio entre os professores e residentes. Tudo isso com a certificação oficial da universidade. 


Uma das coisas que mais nos deixará feliz é que quem nos receberá lá será o Prof. Dr. Helder Jacob, brasileiro e Professor adjunto da faculdade. Ele fará as traduções consecutivas do curso e será nosso anfitrião. A grade também foi cuidadosamente preparada por ele, para que tenhamos a oportunidade de ver os temas sólidos e modernos ao mesmo tempo. 

😱😱😱Olha só os temas e professores que agendamos para nossa viagem: 

Jeryl D. English, DDS, MS
Professor & Program Director, Fred & Dianne Garrett Endowed Chair
Topic: Open bite/ Orthognathic Surgery

Helder Baldi Jacob, DDS, MSc, PhD
Assistant Professor
Topic: Miniscrew/ Growth/ Corticotomies/ Elemetrix

F. Kurtis Kasper, PhD
Assistant Professor & Director of Orthodontic Research
Topic: Digital orthodontics/ 3D printing

Harry I. Bussa Jr., DDS, MS
Clinical Professor
Topic: Office management/ Clinical cases

Stephen J. Chen, DDS, MSD
Clinical Assistant Professor
Topic: Office management/ Clinical cases

Benjamin Cozad, DDS, MSD
Clinical Assistant Professor
Topic: Suresmile/Digital orthodontics

Ronald L. Gallerano, DDS, MSD
Clinical Associate Professor
Topic: Detailing and finishing/ Archwire shape

Lacey M. Harris, DMD, MSD
Clinical Assistant Professor
Topic: Office management/ Invisalign

John O. Wirthlin, DDS, MS
Clinical Assistant Professor
Topic: Syndromic patients/ Cleft lip and palate

Epa! Levar vocês aos EUA e não dar um tempinho para passear seria bem feio para a gente. Então decidimos realizar o curso em novembro na semana do famoso feriado do Black Friday (tudo em promoção nos EUA >Promoções de verdade<) e durante os Playoffs das ligas. Eu animo ir em um jogo. E você?

Daí você me pergunta: Adorei! Mas deve custar muito caro, não?
Não.
Claro que se formos fazer isso individualmente, sairia inviável para a maioria dos colegas e isso foi o maior desafio. Para resolver isso, entregamos toda a gerência do curso para a agência ABC Turismo que desenvolveu um pacote específico para nosso grupo e consegue dividir em 10 vezes.

Quer saber mais, clica nesse link, deixa seus contatos e o pessoal da agência vai entrar em contato com você. Tenha certeza que será uma experiência incrível


OU

Se precisar falar mais sobre a parte acadêmica do curso, não deixe de nos contactar e nos falaremos por WhatsApp.



Tudo isso é uma realização em parceria com a Orthometric



segunda-feira, 14 de maio de 2018

Efeitos a longo prazo da expansão rápida da maxila seguido pelo uso de aparatologia fixa



Neste artigo publicado em 2010, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Hakan Gurcan Gurel; Badel Memili; Mustafa Erkan; Yusuf Sukurica; do GATA Military Research and Training Hospital, Dental Clinic, Section of Orthodontics, Istanbul; e do Selcuk University, Faculty of Dentistry, Department of Orthodontics, Konya, Turquia. Mostra um estudo sobre a estabilidade da Expanção Rápida da Maxila.

Este estudo foi feito com o intuito de avaliar as mudanças a longo prazo em larguras do arco maxilar, sobressaliência e sobremordida em pacientes que foram tratados com expansão rápida da maxila (ERM), seguidos pelo uso de aparelhos edgewise.

O material para o estudo constistuiu numa tomada de modelos de estudo de 41 pacientes (19 homens e 22 mulheres), em quatro ocasiões diferentes (antes do tratamento -> T1, após ERM -> T2; após o tratamento --> T3, e durante o período de acompanhamento -> T4). A parte superior inter-caninos, inter-premolar e a largura inter-molares, sobressaliência e a sobremordida foram medidos em cada conjunto de modelos de estudo. A média de idade dos pacientes era de 13,2 +- 1,3 anos (variação, 11,2 a 16,9 anos), no T1: 13,3+- 1,3 anos (variação, 11,3 a 17 anos), no T2: 15,5 +- 1,4 anos (variação, 13,1 a 18,8 anos), no T3: 20,4 +- 1,6 anos (variação, 17,9 a 24,8 anos) com T4.

O aumento real na largura intercaninos, largura interpremolar, largura intermolares, sobressaliência e sobremordida foi de 1,4 +- 2,4 mm, 4,6 +- 2,6 mm, 4,3 +- 2,5 mm, 0,1 +- 0,6 mm, e 0,2 +- 0,6 mm, respectivamente, e as taxas de recidiva foram de 37% para a largura inter-caninos, 19% para a largura inter-premolar, e 17% para a largura inter-molares no final do período de acompanhamento.

Uma quantidade significativa de recidiva em larguras de arco maxilar no pós-contenção ocorreram, sendo o maior na largura intercaninos. A ERM diminuiu significativamente a sobremordida e a sobressaliência ficou aumentada, e uma redução estatisticamente significativa foi observada em ambos tanto na sobremordida como na sobressaliência, na avaliação pós-contenção.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/011209-22.1

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Precisão de um guia cirúrgico avaliado por tomografia computadorizada cone beam voltado a cirurgia guiada para a colocação de mini-implantes ortodônticos





Neste artigo de 2012, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Jae-Jung Yu; Gyu-Tae Kim; Yong-Suk Choi; Eui-Hwan Hwang; Janghyun Paek; Seong-Hun Kim; John C. Huang; do Department of Oral and Maxillofacial Radiology, Kangdong Sacred Heart Hospital, Hallym University Medical Center, Seoul, Korea; Department of Oral and Maxillofacial Radiology, Kyung Hee University, Seoul, Korea; Department of Prosthodontics, Kyung Hee University, Seoul, Korea; Department of Orthodontics, Collegeof Dentistry, Kyung Hee University, Seoul, Korea; Division of Orthodontics, Department of Orofacial Science, University of California, San Francisco. Avalia a precisão de um guia cirúrgico para inserção de mini implantes ortodonticos com auxílio de tomografia computadorizada de feixe cônico.

Este estudo foi realizado com o intuito de validar a exatidão de um Stent cirurgico guiado por tomografia computadorizada de feixe cônico para colocação de mini-implante ortodontico (OMI) e também, avaliar quantitativamente a diferença entre a  posição prescrita e real de mini-implantes em imagens TCFC pré e pós operatório.

Um stent cirúrgico foi fabricado usando Teflon-perfluoroalcoxi, que tem propriedades biológicas adequadas de atenuação de  raios-x. O Polivinil siloxano, material de impressão foi utilizado para proteger o stent  cirúrgico em mandíbulas de suínos. Digitalização com TCFC  foi feito com o stent no lugar para virtualmente inserir os mini-implantes utilizando um software tridimensional (3D). Um ponto de inserção apropriado foi determinado utilizando os dados de reconstrução 3D, e as angulações verticais e horizontais foram determinados utilizando quatro ângulos prescritos. Uma chave com design personalizado foi usado para perfurar um buraco de guia dentro do stent cirúrgico, conforme prescrito nas imagens TCFC para a inserção de 32 Mini-implantes Ortodonticos. As mandíbulas com um stent cirúrgico no local foram examinadas novamente com TCFC para medir os desvios entre os dados de planejamento virtuais e resultados cirúrgicos.

A diferença entre o ângulo prescrito e real vertical foi de 1,01 +- 7,25, e a diferença horizontal foi de 1,16 +- 6,08O coeficiente de correlação confirma que não houve variabilidade intra em qualquer um dos vetores horizontais (R = 0,97) ou vertical (R = 0,74).

Concluíram que o stent cirúrgico neste estudo com guias de  mini-implantes para a posicionamento indicado com o planejado em TCFC. Pode ser considerado como uma ferramenta de guia preciso para colocação de mini-implantes para uso clínicoUma vez que a diferença estatística não foi significativa.

Link do artigo na Integra via Angle Orthodontist:

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Inclinação dos incisivos inferiores revisada



Neste artigo de 2014, publicado na Angle Orthodontist, pelos autores Cecile Gutermann; Timo Peltomaki; Goran Markic; Michael Hanggi; Marc Schatzle; Luca Signorelli; Raphael Patcas; do Department of Orthodontics and Pediatric Dentistry, Center for Dental Medicine, University of Zurich, Zurich, Switzerland; Department, Dental and Oral Diseases Outpatient Clinic, Oral and Maxillofacial Unit, Tampere University Hospital and Department of Otolaryngology, University of Tampere, Tampere, Finland. Mostra uma pesquisa realizada com uma amostra de 1.272 pessoas na qual se observou o grau de inclinação do incisivo inferior relacionando com vários fatores como sexo, padrão esquelético e idade.

O estudo foi realizado com o intuito de reavaliar a inclinação dos incisivos inferiores e avaliar as possíveis associações com sexo, idade, os parâmetros de sínfise e padrão esquelético.

Mil duzentas e setenta e duas telerradiografias de indivíduos (605 Mulheres, 667 Homens)  não tratados de um estudo  de  crescimento craniofacial (idade: 8-16 anos) foram avaliadas. Correlações entre a angulação dos incisivos inferiores e idade, distâncias da sínfise (altura, largura e profundidade), índices de sínfise (altura-largura, altura de profundidade), e ângulos esqueléticos (divergência das mandíbulas e ângulo goníaco) foram pesquisados em todas idades separadamente e para ambos os sexos de forma independente.

A inclinação dos incisivos inferiores aumentaram ao longo idade (8 anos: meninas = 93.9º, meninos = 93.3º; 16 anos: meninas = 96,1º, meninos = 97.1º. A inclinação dos incisivos inferiores se correlacionaram com a divergência das bases osseas para todas as idades de forma significativa ou muito significativa, exceto para meninos e meninas de 9 anos de idade e meninas de 11 e 12 anos de idade, para o qual foi observada apenas uma tendência. Do mesmo modo, uma forte correlação com o ângulo goníaco pôde ser observada. Nenhuma correlação foi encontrada entre a inclinação dos incisivos inferiores e todos os parâmetros da sínfise (medições absolutas e percentuais), exceto para a profundidade da sínfise.

Os autores concluíram que a Inclinação dos incisivos inferiores está ligada ao sexo da pessoa, idade e padrão esquelético. Ela não está relacionada com as dimensões da sínfise, exceto a profundidade da sínfise. Fatores relacionados à inclinação natural dos incisivos inferiores devem ser respeitados ao estabelecer um plano de tratamento.

Link do artigo integra via Angle Orthodontist, (Angle Orthod. 2014;84:109–119.):

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Avanço maxilar usando distração osteogênica com dispositivo intra-oral
















Neste artigo de 2010, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Yoko Takigawa; Setsuko Uematsu; Kenji Takada; do Department of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, Osaka University Dental Hospital, Osaka, Japão. Mostra um protocolo de tratamento de protração maxilar associado a distração osteogênica.

Este artigo descreve o tratamento ortodôntico cirúrgico da hipoplasia maxilar em uma paciente com fissura de lábio e palato com distração osteogênica da maxila com distratores internos maxilar.

O avanço da maxila foi realizado para corrigir o perfil retrusão maxilar e facial de Classe III. O movimento de rotação do segmento da distração foi feito para corrigir a linha média dentária superior. Apesar do avanço da maxila ser insuficiente por causa da quebra inesperada do distrator intra-oral após o término da distração, a tração esquelética com uma máscara facial compensou a escassez.

A melhora estética foi obtida com sucesso e a estabilidade oclusal após o tratamento foram alcançados sem recorrência perceptível após 2 anos de contenção.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/011510-29.1

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Mensuração 3D de alterações tecidos moles peribucais em pacientes portadores de protrusão dentoalveolar após o tratamento ortodôntico usando um scanner de luz estruturada





Neste artigo de 2014 publicado na Anlge Orthodontist, pelos autores Hyo-Won Ahn; Ye-Jin Chang; Kyung-A Kim; Sang-Hwan Joo; Young-Guk Park; Ki-Ho Park; Do Department of Orthodontics, Oral Biology Research Institute, Kyung Hee University School of Dentistry, Seoul, Korea. Mostra a Aplicabilidade da utilização do Scanner 3d na aquisição da imagem e mensuração das alterações faciais em pacientes submetidos a tratamento Ortodontico.

O estudo foi realizado com o intuito de avaliar tridimensionalmente  as  alterações do tecido mole peribucal,  após o tratamento ortodôntico em pacientes com protrusão dentoalveolar, usando scanners baseados em luz estruturados.

Foram avaliados quarenta e quatro adultos coreanos (19 homens e 25 mulheres, 21,4 +- 3,4 anos), com protrusão dentoalveolar tratada com extração dos quatro primeiros pré-molares e, em seguida, submetidos a uma retração em massa com ancoragem máxima. Telerradiografias e escaneamento faciais 3D foram realizados antes do tratamento (T1) e imediatamente após a descolagem (T2). Uma sobreposição foi realizada, e foram identificados 27 pontos de referência periorais. Avaliaram-se as alterações em 3D e os pontos de referência relação do movimento do tecido mole em relação à borda do incisivo.

Os incisivos superiores foram retraídos 5,76 milímetros e os incisivos inferiores foram retraídos 4,62 milímetros. O lábio superior se mudou infero posteriormente, e o lábio inferior movido superoposteriormente. No lábio inferior, movimento ascendente foi maior do que o movimento para trás. As proporções relativas foram de 42%-53% na área do lábio superior e 22%-82% na área do lábio inferior. Os cantos dos lábios movido superoposteriormente. Subnasal movido para baixo e posteriormente, enquanto que os pontos de referência sob as narinas fora movidos posteriormente e para cima.

Os autores concluíram que os scanneres faciais 3D com luz  branca estruturada, avaliaram de forma eficiente o tecido mole perioral em pacientes com protrusão dentoalveolar. Foram observadas o movimento para trás e vertical alem de um movimento significativa do lábio. As áreas nasais e ângulos lábiais mostraram mudanças consideráveis.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Avaliação tridimensional das alterações de posição do lábio superior de acordo com os movimentos antero superiores dos dente simulados por digitalização com feixes de luz branca





Neste artigo de 2014, publicado pelo THE KOREAN JOURNAL OF ORTHODONTICS, pelos autores  Hwee-Ho Kim, Jin-Woo Lee, Kyung-Suk Cha, Dong-Hwa Chung, Sang-Min Lee; do Department of Orthodontics, School of Dentistry, Dankook University, Cheonan, Korea. Mostra um simulação de deslocamento labial pós retração do incisivo superior com imagem do tecido mole adquirida por scaneamento 3D da face.


O estudo foi realizado para observar as melhoras estéticas obtidas durante o tratamento ortodôntico são alcançados pelas mudanças nas posições dos lábios e tecidos moles adjacentes. O movimento do tecido mole facial já foi avaliado em duas dimensões pela cefalometria. Neste estudo, objetivou-se avaliar tridimensionalmente  as mudanças posicionais do lábio superior em adultos de acordo com os movimentos dentarios anteriores superiores simulados  por digitalização por scanner 3D luz branca.

Foram mensuradas as alterações em coordenadas tridimensionais de referência labiais com relação aos movimentos dos incisivos superiores de um adulto normal, simulados com filmes de espessura variável por meio de um scanner 3D de luz branca.

Com o aumento da protração, o lábio superior avançou significativamente para cima. O movimento labial foi limitados pelos tecidos moles circundantes. A extensão do movimento acima do vermelhão foi ligeiramente menor que a metade dos dentes, mostrando forte correlação. A maioria das mudanças foram concentradas na depressão acima do vermelhão superior. O movimento labial em direção ao nariz foi significativamente reduzido.

Os autores concluíram que depois de controlar adequadamente diversas variáveis e usando a digitalização com scanner 3D de luz branca, com alta reprodutibilidade e precisão, o coeficiente de determinação mostrou valores moderados (0,40-0,77) e mudanças significativas puderam ser determinadas. Este método seria útil para prever mudanças da posição de tecidos moles  de acordo com os movimentos de dente.

Link do artigo na integra via KJO:

segunda-feira, 19 de março de 2018

Análise tridimensional do movimento dentário após a intrusão de um molar extruido usando um mini-implante com aparelho ortodôntico fixo


Neste artigo de 2013, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores  Shin-Jae Lee; Sook-Yun Jang; Youn-Sic Chun; Won Hee Lim; Do Department of Orthodontics, School of Dentistry & Dental Research Institute, Seoul National University, Seoul, Korea, Division of Orthodontics, Ewha Womans’ University Mokdong Hospital, Seoul, Korea, Department of Orthodontics, School of Dentistry & Dental Research Institute, Seoul National University, Seoul, Korea. Mostra um estudo baseado em sobreposição de modelos digitais tridimensionais em dentes intruidos com mini implantes ortodonticos.

Este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar tridimensionalmente (3D) as mudanças de posição de um dente intruido, um dente vizinho e um dente conectado a um mini-implante, seguido da intrusão de um único molar supra erupcionado(extruido), utilizando um mini-implante associado a arelhos ortodônticos fixos parciais.

O estudo consistiu de 14 pacientes adultos (dois homens e 12 mulheres com idade média de 41,9 anos), com um molar  extruido devido à perda de um antagonista. A intrusão foi realizada utilizando um mini-implante com uma alça parcial. O tempo médio de tratamento foi de 11,9 meses e o tempo médio de contenção foi de 23,3 meses. Para quantificar as alterações de posição dos dentes, foi utilizado modelos em 3D, um sistema de varrimento dental à base de laser e software 3D no pré-tratamento, pós-tratamento, e contenção estavam orientadas segundo um sistema de coordenadas e sobrepostas utilizando dentes sem movimentação como referências. As alterações nos eixos x, y e z, foram medidos na ponta de cada cúspide dos dentes envolvidos.

O molar extruido foi intruido com um valor médio de 1,35 +- 0,48 milímetros e foi bem conservado durante o período de contenção. A variação total no dente vizinho foi insignificante, apesar de apresentaram movimento oposto em comparação com o dente movimentado durante a intrusão. O dente ligado ao mini-implantes exibiu uma ancoragem segura.

Os autores concluiram que a análise 3D mostrou as mudanças na posições detalhadas de cada dente, e os molares envolvidos foram mantidos após a intrusão.


 Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:



terça-feira, 6 de março de 2018

Historia da Biologia do Movimento Ortodontico dentario





Dr. Jhon N. Farrar publicou inúmeros artigos no Dental Cosmos (Periódico Cientifico da época). Entre eles o de 1876 intitulado: “An inquiry into physiological and pathological changes in animal tissue in regulating teeth”; que em portugues: “Uma investigação sobre as alterações fisiológicas e patológicas nos tecidos animais na regulação dos dentes”.


No artigo o autor advogou limites específicos para a circulação dos dentes e, ao fazê-lo lançou as bases "Científicas" para ortodontia. Fundamentado em estudos com animais, Farrar originou a teoria da força intermitente e desenvolveu um parafuso para promover incrementos de forças. O artigo bem extenso mostra inclusive com ilustrações toda fundamentação que o pesquisador se propoz transmitir, tanto na biologia como na biomecânica Ortodontica.

Aproveitem a leitura !!!


Link do artigo na integra Dental Cosmos:

sexta-feira, 2 de março de 2018

Formas de contenção de casos finalizados ortodonticamente




Foi publicado na Revista OrtodontiaSPO 2018 | V51N1 | Páginas: 88-94, mais um artigo da coluna OrtoTecnologia, que abordou o as aplicações das diversas contenções em casos tratados ortodonticamente.

Resumo: A manutenção do alinhamento dentário após a finalização do tratamento ortodôntico tem sido um dos maiores desafios da Ortodontia. Algumas variáveis podem influenciar na estabilidade do tratamento ortodôntico, entre elas a gravidade do tipo de má-oclusão, mecânicas de tratamento realizadas, cooperação do paciente, período de crescimento, adaptação dos tecidos periodontais, envelhecimento, doença periodontal e a cárie. As contenções fixas mantêm o alinhamento após o tratamento ortodôntico, e não dependem da colaboração dos pacientes. O aparelho Hawley é um dos tipos de contenção mais comumente utilizados e a termoplastificada confere também um efeito estético durante a sua utilização. Essas duas opções oferecem conforto, porém dependem da cooperação do paciente para manter a estabilidade do resultado. Ainda não existe um consenso quanto ao tempo, tipo de contenção e protocolo de uso. O tempo, a seleção e maneira de uso corretos irão determinar a manutenção da estética e o equilíbrio da função mastigatória a longo prazo.  

Unitermos: Tratamento ortodôntico; Contenção; Estabilidade; Estética. 

Abstract:  The maintenance of dental alignment after a complete orthodontic treatment has been one of the major challenges in orthodontics. The variables can influence the stability of the orthodontic treatment, including the severity of occlusion, treatment mechanics performed, the patient’s period of growth, periodontal tissue adaptation, aging, periodontal disease and caries. As fixed restraints maintain alignment after orthodontic treatment, and do not rely on patient collaboration. The Hawley apparatus is one of the most commonly used types of containment and a thermoplastic also gives an aesthetic effect during its use. Both provide comfort, but depend on the patient’s community to maintain the stability of the result. There is still no consensus for the time, type of containment and protocol of use. Correct time, selection, and use will determine the maintenance of the aesthetics and long-term masticatory functiona


Keywords:

Orthodontic treatment; Containment; Stability; Aesthetics.

Link do Artigo via Revista OrtoSPO: