ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Historia da Ortodontia - 1º Meeting da Angle Society of Orthodontists



   
Abaixo, trechos do discurso que o Dr. Edward H. Angle fez na abertura do 1º Meeting da Angle Society em junho de 1922, publicado posteriormente na Angle Orthodontist:


“Esta é a nossa primeira reunião anual, que será de grande valor para nós e para a humanidade, na proporção da seriedade, sinceridade e espírito de progresso que levamos a ela. Vamos fazer com que este ato se destaque no progresso da ortodontia. Ou devemos gastar este tempo precioso, como em tantas outras sociedades é gasto? Em conversa inútil,  demonstração de orgulho e auto-promoção, em intrigas políticas, na escuta de trabalhos inconsequentes e realizados com descuido, embasados em teorias não comprovadas. Alguns destes trabalhos, infelizmente ainda são largamente publicados na literatura voltada a ortodontia, mas nenhuma ciência jamais foi empurrada para a frente com estes tipos de trabalhos...”
“As coisas que perduram na ortodontia são aquelas fáceis de explicar e de entender, para desta forma, ser dominada e ser feita com benefício prático apenas com a aplicação eterna do pensamento, da razão e a partir de princípios básicos. Apartir dai isto passa a ser constantemente aplicado...”
“Quando você conhece a história inteira de ortodontia, como eu conheço e como vocês estão conhecendo, perceberão que o progresso da verdadeira ortodontia jamais foi conseguido por homens “bitolados”, com a eterna visão rígida de um único ideal. Deste modo, progresso algum foi alcançado em qualquer área da ciência...”
“Deve ser a nossa missão, individual e coletiva, em todos os nossos atos e somando todos os nossos esforços, manter o navio da ortodontia sempre navegando no seu verdadeiro curso. Que nenhum membro desta sociedade nunca seja conhecido como adormecido ou desistente...”
“Eu me pergunto se vocês percebem a importância das suas responsabilidades: Em manter elevados os ideais no seu trabalho como indivíduos e como membros desta sociedade, nesta fase especial na história da ortodontia..."

Edward Hartley Angle

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist :

http://www.angle.org/doi/pdf/10.1043/0003-3219%281931%29001%3C0008%3AFMOTEH%3E2.0.CO%3B2

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Tratamento de uma Classe II associada a mordida aberta e um incisivo central superior anquilosado







Neste artigo de 2011, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Dong-Hyun Hwang; Ki-Ho Parkb; Yong-Dae Kwon; Su-Jung Kim; do Department of Orthodontics, Graduaate School, Kyung Hee University, Seoul, Korea e do Department of Oral & Maxillofacial Surgery, Kyung Hee University Dental Hospital, Seoul, Korea. Mostra a aplicação de um sistema de intrusão ancorado em mini implantes e um procedimento de corticotomia para o tracionamento de um incisivo central anquilosado.

Dentes anquilosados em pacientes em crescimento, podem causar incômodos e problemas dentoalveolares, por isso necessitam de cuidados especiais para a realização de uma terapêutica a longo prazo resultados estéticos e funcionais.
A várias modalidades de tratamento para os dentes anquilosados, que incluem a reabilitação após a extração, luxação extrusiva cirúrgica, osteotomia segmentar individual ou a corticotomia e distração osteogênica alveolar.
Este artigo descreve um caso de um menino de 13 anos de idade com mordida aberta anterior complicada por um incisivo central superior anquilosado que foi movimentado pela corticotomia facilitada com tratamento ortodôntico.
CONCLUSÕES

. O paciente em questão tinha mordida aberta induzida por etiologias complexas, como um padrão hiperdivergente esquelético, um dente anquilosado e hábitos anormais (deglutição atípica e respiração bucal). Portanto, vários fatores tiveram que ser considerados ao tratar o paciente.
. A anquilose dentária e a mordida aberta esquelética são difíceis de tratar e os resultados são incertos.
. Corticotomias individuais e aplicação mini parafusos aumentam a eficiência de tratamento para mordida aberta e anquilose dentaria.
Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:
http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/102010-578.1

terça-feira, 2 de outubro de 2018

A Ortodontia perdeu um Icone: Professor Dr William Prtoffit (1936-2018)








A Ortodontia, ficou órfã de um dos seus grandes nomes. Faleceu o Professor Dr. William R. Proffit, nascido em 1936, era natural da Carolina do Norte - Estados Unidos, recebeu seu treinamento odontológico na Universidade da Carolina do Norte, doutorado em fisiologia pela Faculdade de Medicina da Virgínia e mestrado em Ortodontia pela Universidade de Washington. Depois de servir como Pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisa Odontologia, ele se juntou ao corpo docente da Universidade de Kentucky em 1965, atuando como o primeiro chefe da cadeira do departamento de ortodontia lá. De 1973 a 1975, foi professor de Ortodontia e chefe da cadeira do departamento de Odontopediatria na Universidade da Flórida.

Desde 1975,  atuou como professor no Departamento de Ortodontia da Faculdade de Odontologia da UNC, e foi chefe de departamento até julho de 2001. Em 1992, ele foi professor Kenan, um professor de destaque na universidade. Ele foi autor do Livro Ortodontia Contemporânea, publicada em diversas edições e em nove idiomas, foi coautor de três livros sobre problemas dentofaciais severos, incluindo o Tratamento Contemporâneo da Deformidade Dentofacial, publicado em 2002.

Outras publicações incluem mais de 180 artigos científicos em revistas cientificas e em mais de 50 capítulos de livros e contribuições convidadas. Ele era um diplomata do American Board of Orthodontics, e lecionou amplamente nos EUA e no exterior. O reconhecimento da pesquisa inclui o Prêmio Norton Ross da American Dental Association pela excelência em pesquisa clínica, o Prêmio Callahan da Ohio Dental Association por realizações de pesquisa e o Prêmio American Journal of Orthodontics Dewel três vezes (com co-autores) pelo melhor trabalho de pesquisa clínica do ano. Ele recebeu o Prêmio Jarabak da AAO por excelência de ensino em 1999, a Associação Meridional de Distúrbios em Ortodontia da Southern Association em 2001, o Meritious Achievement Award da North Carolina Dental Society em 2002 e o Prêmio Ketcham da American Board of Orthodontics em 2005.


Fonte de Biografia:

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Efeitos da grade palatina e esporões linguais utilizados no início do tratamento da mordida aberta anterior: Um estudo clínico prospectivo e randomizado




O presente artigo de 2016, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Juliana S. Leite; Luciano B. Matiussi; Anne C. Salem; Maria G. A. Provenzano; Adilson L. Ramos; do Departmento de Odontologia, da Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Brasil. Apresenta os efeitos obtidos com uso de grade palatina e esporões linguais, instalados no inicio do tratamento de mordida aberta anterior.

Este artigo descreve o tratamento de pacientes selecionados que portavam hábitos de sucção não nutritiva e / ou língua, na faixa etária de 5 anos a 10 anos idade, apresentando mordida aberta anterior no estágio de dentição mista. E teve como objetivo, avaliar a correção do overbite com uso de grade palatina e esporão lingual no tratamento precoce da mordida aberta anterior na dentição mista, bem como a sua influência sobre as medidas cefalométricas dentárias e esqueléticas.

Os pacientes selecionados apresentavam mordida aberta anterior e uma idade média de 8,23 anos. Eles foram divididos em três grupos por sorteio: controle (n = 13), grade palatina (n = 13), e uso de esporão lingual (n = 13). Os dados da telerradiografia lateral foram obtidas no início do tratamento, após 6 meses, e depois de 1 ano. A análise cefalométrica foi realizada pelo programa Cef-X, registrando os valores de SNA, SNB, ANB, SGn OGn, 1.PP, IMPA, ângulo nasolabial, overbite e overjet.

Após 6 meses e, em seguida, 1 ano iniciada a terapêutica, observou-se que  todos os grupos apresentaram melhora na overbite. Desta forma, os grupos de grade palatina e uso de esporão apresentaram overbite positivo. Em relação ás medidas cefalométricas, não houve mudança significativa ao longo do período analisado.

Os autores concluíram que a grade palatina e esporões são simples e eficazes para o tratamento de mordida aberta anterior, com a vantagem dada à grade palatina. 

Link do artigo na integra:




Colaboração:

Nathalia Torres

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Uma forma de determinar a osteotomia cirurgica assistida para expansão rápida da maxila em fenda palatina. Abordagem num modelo de elementos finitos




Neste artigo de 2011, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Pawan Gautam; Linping Zhao; Pravin Patel; do Craniofacial Center,University of Illinois at Chicago, Chicago; Mostra um estudo realizado em simulação com elementos finitos em crânio com procedimentos de cirurgia ortognática.


Este estudo foi realizado com o intuito de avaliar o padrão de estresse no esqueleto craniofacial em um paciente com um deformidade com fissura unilateral do palato secundário e alvéolos em resposta a várias técnicas de cirurgia assistida para expansão rápida da maxila (ERMAC).

Três modelos específicos de crânios de pacientes específicos compósitos foram desenvolvidos para análise em elementos finitos do modelo. Os detalhes do procedimento de modelagem foram descritos na parte I desta série. A análise dos elementos finitos foram realizadas em cada modelo com uma técnica ERMAC especificada, em combinação com RME usando Abaqus (6.7).

A forma ideal de cirurgia para uma ERMAC em pacientes com fissura unilateral com deformidade do palato secundário e alvéolos, seria uma LeFort I, unilateral completa com disjunção do pterigóide em combinação com a divisão palatina, seguido pela osteotomias com secção palatina isolada e dos pilares zigomático.

Uma técnica mais invasiva para ERMAC pode reduzir significativamente o problema. No entanto, este benefício deve ser pesado contra o risco de aumentar as complicações associadas com cirurgias mais extensas. Quando uma técnica cirúrgica mais conservadora é selecionada, é preferível realizar uma divisão palatina mediana ao invés de osteotomias nos pilares zigomáticos, como indicado pela distribuição de tensão-padrão de deslocamento e associados a técnicas de ERMAC diferentes.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Mudanças nas relações oclusais na Dentição mista de pacientes tratados com expansão rápida da maxila



Neste artigo de 2010, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores James A. McNamara, Jr; Lauren M. Sigler; Lorenzo Franchi; Susan S. Guest; Tiziano Baccetti; do Department of Orthodontics and Pediatric Dentistry, School of Dentistry; Center for Human Growth and Development, The University of Michigan, Ann Arbor - USA; Department of Orthodontics, University of Florence, Florence, Italia. Realizaram um estudo com uma boa amostra de pacientes de classe I, II e ponta e ponta (de cúspide)  na fase de dentição mista em que uma parte foi submetida ao protocolo de expansão rapida da maxila.

Este estudo foi realizado de forma prospectiva como o objetivo de medir as mudanças oclusais em pacientes de dentição mista que se submeteram a um protocolo padronizado de expansão precoce.

O tratamento consistiu de amostra de 500 pacientes que foram divididos em três grupos de acordo com a relação molar: Classe I, de ponta e ponta, e Classe II. Todos os pacientes foram tratados com uma expansão rápida maxilar com expansor colado (RME), seguido por uma placa de manutenção removível e um arco transpalatal. A média de idade no início do tratamento foi de 8,8 anos (T1), com um cefalograma pré-tratamento da fase 2 (T2) tomadas 3,7 anos mais tarde. A amostra controle consistiu dos registros cefalométricos de 188 pacientes não tratados (Classe 1; ponta e ponta; Classe II).

A maior mudança na relação molar foi observado no grupo de tratamento da Classe II  (1,8 mm) quando comparado com o grupo controle pareado (0,3 mm). Uma mudança positiva foi observada em 81% do grupo de tratamento de Classe II, com quase metade do grupo de melhoria de  2,0 milímetros. O grupo de tratamento de ponta e ponta teve uma variação positiva de 1,4 mm, em comparação com um valor de controle de 0,6 mm, e os de classe I de 1 mm em comparação com os controles, que permaneceram inalteradas (0,1 mm). Alterações esqueléticas não foram significativas em qualquer um dos grupos que foram comparados com os controles.

Os autores concluiram que o protocolo de expansão teve um efeito significativamente favorável sobre as relações oclusais sagitais da Classe II, de ponta e ponta, e Classe I em pacientes tratados na dentição mista de forma precoce.



Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Avaliação in Vivo 3D Micro-CT dos movimentos dentários após Aplicação de diferentes niveis de força em molares de ratos













Neste artigo de 2009, publicado na Angle Orthodonthist, pelos autores Carmen Gonzalesa; Hitoshi Hotokezakab; Yoshinori Araic; Tadashi Ninomiyad; Junya Tominagaa; Insan Janga; Yuka Hotokezakae; Motohiro Tanakaf; Noriaki Yoshidag; da Nagasaki University, Nagasaki, Japão. Mostram neste estudo interessante mais uma aplicabilidade do metodo dos elementos finitos.


O objetivo do estudo foi investigar longitudinalmente de forma precisa a mudança no ligamento periodontal (PDL), espaço, largura tridimensional do dente com circulação contínua de magnitudes de força em ratos vivos.


Através de molas fechadas níquel-titânio por 28 dias, 10, 25, 50, e 100 gramas com força mesial aplicadas nos primeiros molares superiores esquerdos. Micro-TC (Micro Tomografia Computadoriza) foi feita no mesmo rato em 0, 1, 2, 3, 10, 14 e 28 dias. A largura do PDL foi medido na pressão lados e tensão de 0 a 3 dias. Medições angulares e lineares foram utilizados para avaliar a posição do molar no dia 0, 10, 14 e 28. Um modelo de elementos finitos (FEM), foi construído de modo a avaliar a distribuição inicial estresse, deslocamento molar e centro de rotação do molar.


As avaliações inicialis da lagura do PDL não mostraram diferenças estatísticas entre os diferentes niveis de força. O movimento do dente foi registrado 1 hora após a aplicação força e gradualmente aumentou com o tempo. A partir de dia 10, o maior movimento dentário foi observado quando 10 g de força foi aplicada. O FEM mostraram que o centro de rotação do molar é localizado no centro de cinco raízes, no terço apical das raízes molar.


O movimento do molar nos ratos consistiu principalmente de forças mesial, extrusão de raízes distais, intrusão de raiz mesial, inclinação palatal e rotação mesial. Embora o primeiro movimento dentário após a aplicação de diferentes magnitudes de força até dia 3 não foi notavelmente diferentes, 10 g de força produziram mais movimento dentário comparada com pesadas forças no dia 28.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontics:


segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Pesquisa biomecânica através do metodo de elementos finitos da posição do centro de resistência dos incisivos superiores





Neste artigo de 2007, publicado pelo European Journal of Orthodontics, pelos autores S. Reimann , L . Keilig , A. Jäger and Christoph Bourauel; do Department of Orthodontics, University of Bonn, Alemanha; Mostra mais um estudo da Ortodontia Contemporânea sobre Biomecânica Ortodontica e centro de resistência dos incisivos realizado pelo metodo dos elementos finitos.

A posição do centro de resistência (CR) é um parâmetro essencial em matéria de planeamento de movimentos ortodônticos aplicados ao dente. Na presente pesquisa, o CR combinado dos quatro incisivos superiores foi determinado numericamente usando o método de elementos finitos (FE).

Baseado em informações de três dados dimensionais comercialmente disponíveis do conjunto de uma maxila, incluindo todos os 16 dentes,  bem como conhecer e determinar os parâmetros anteriores do material, modelos  elementos finios FE dos incisivos superiores e as estruturas de apoio e dentes ao seu redor foram gerados.

No sistema de FE, o modelo do segmento anterior  foi carregado com torques de 10 Nmm em cada um dos incisivos. O modelo FE indicou que os incisivos individualmente foram movidos de forma independente, embora fossem bloqueados com um fio de aço de dimensão 0,46 × 0,65 milímetros. Os CRs individuais foram localizados 5 mm na distal e 9 e 12 mm a apical dos braquetes dos centrais e dos laterais.

Assim, a visão clássica de um CR combinado com o segmento anterior foi desmentido e o planejamento dos movimentos ortodônticos dos incisivos superiores deve deixar de ser feita com base nesse conceito.


Link do artigo na integra via EJO Oxfordjournals:

http://ejo.oxfordjournals.org/cgi/reprint/29/3/219

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Correção de incisivos laterais superiores palatinamente deslocados sem o uso de braquetes









Neste artigo de 2013, publicado pelo THE KOREAN JOURNAL of ORTHODONTICS, pelos autores Kyung-Hee, Choi Yoonjung, Lee Minji Kim, Youn-Sic Chun; do Department of Clinical Orthodontics, Graduate School of Clinical Dentistry, Ewha Womans University, Seoul, Korea. Mostra um relato de um caso clinico no qual se realizou um alinhamento ortodontico sem a necessidade de uso de braquetes.

Este artigo descreve o tratamento ortodôntico de uma paciente do sexo feminino, coreana, de 25 anos de idade, com apinhamento anterior, incluindo incisivos laterais palatinamente deslocados. Seu perfil facial era satisfatório, mas foi observado um  apinhamento ântero-superior de 3,5 milímetros. 

Para corrigir este apinhamento, decidiram minimizar a utilização dos aparelhos ortodônticos fixos convencionais e utilizaram um mais aparelho de estético menos volumoso, para aplicar uma força contínua e leve.

Determinou-se as posições finais dos dentes superiores por meio de um modelo de trabalho para a instalação no espaço desejado no diagnóstico, o alinhamento foi realizado com simples Ni-Ti elástico e tubos redondos de aço inoxidável. O alinhamento do dente foi conseguido eficientemente e esteticamente, sem os braquetes convencionais.

Link do artigo na integra via e-KJO:

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Tratamento com extração incomum de uma Classe II divisão 1, usando mini-implantes-C ortodônticos

Neste artigo de 2007, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Kyu-Rhim Chung; Jae-Hee Cho; Seong-Hun Kim; Yoon-Ah Kook; Mauro Cozzani; do Department of Orthodontics, The Catholic University of Korea, Seoul, South Korea, Department of Orthodontics, University of Ferrara, LaSpezia, Italy. Mostra a utilização do C-Implant como recurso de ancoragem num tratamento com uma biomecãnica diferenciada.



 Este artigo descreve o tratamento de uma paciente do sexo feminino, com idade de 23 anos e 5 meses, com uma  má oclusão de Classe II divisão 1, que mostrou protusão anterior severa e apinhamento anterior. 


Mini-Implantes ortodonticos especialmente desenhados foram colocados bilateralmente no espaço interdental entre ambos os dentes na parte superior e  inferior posteriores. Os dois primeiros molares mostraram graves lesões apicais. Portanto, o plano de tratamento consistiu de extração de ambos os primeiros pré-molares superiores e  primeiros molares inferiores, retração em massa dos seis dentes anteriores superiores, menor alinhamento anterior e protração de todos os molares inferiores. 



Os C-implantes foram usados ​​como substitutos dos dentes superiores posteriores de ancoragem durante a retração anterior e como ganchos para protração molar inferior. A sobremordida e overjet ideais foram obtidas através da intrusão e retração dos seis dentes anteriores superiores para suas posições corretas. 


A dentição foi corrigda usando aparelhos ortodônticos convencionais. A parte superior de C-implantes contribuiu para uma melhoria em equilíbrio facial, e os C-implantes permitiram corrigir os segundo e terceiros molares inferiores com menos efeito sobre o eixo dos dentes anteriores inferiores. 



O período de tratamento ativo foi de 29 meses, e os dentes do paciente continuaram estáveis após 11 meses da finalização.



Link do artigo na Integra via Angle Orthodontist: 

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Controle dos incisivos inferiores com o Herbst combinado e totalmente personalizado para um aparelho lingual - um estudo piloto


Neste artigo de 2010, publicado pelo Wiechmann et al. Head & Face Medicine, pelos autores Dirk Wiechmann, Rainer Schwestka-Polly, Hans Pancherz, Ariane Hohoff; do Department of Orthodontics, Westfälische Wilhelms-Universität Münster - Alemanha. Mostra um estudo feito com auxilio dos modelos digitais do efeito do Herbst associado ao aparelho lingual Incognito sobre o posicionamento final dos incisivos inferiores.

O aparelho Herbst induz a tradicional vestibularização dos incisivos inferiores independente do sistema de ancoragem utilizado. Os efeitos do Herbst como elemento auxiliar de um aparelho lingual totalmente personalizado (LO) Incognito (3 M) não foi analisada e ainda. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito sobre a vestibularização so incisivo inferior utilizando este dispositivo de Herbst-LO.

Estudo retrospectivo. Os critérios de inclusão: a) Classe II ≥ 5 mm relação molar, b) Herbst ≥ 9 meses no local e, c) terminaram o tratamento ativo. posição do incisivo foi medido em modelos digitais antes do tratamento, sobre a configuração de destino digital e em modelos digitais modelos obtidos no dia da descolagem. Todas as medições foram realizadas pelo mesmo pesquisador.

Doze pacientes (8 mulheres, 4 homens) dos 632 casos tratados com o aparelho lingual foram incluídos no estudo. A medição do erro foi calculada com a fórmula de Dahlberg's que foi de 0,2 °. Em sete casos havia sido planejado (Configuração da meta) verticalização dos incisivos inferiores (CCR), e cinco casos vestibularização (sentido horário). Não houve diferença estatística (p 0.05) between planned incisor rotations of the target setup and" style="background-color: rgb(255, 255, 255); ">> 0,05) entre as rotações incisivo prevista da instalação de destino e alcançado rotações incisivo no dia do descolamento. A média geral de diferença foi de 2,2 ° ± 1,0 °.

Os autores concluiram que a combinação Incognito-Herbst é o primeiro conjunto  com Herbst que promove total controle sobre o movimento incisivo. Usando este sistema, a perda de ancoragem ou o ganho de fixação é independente do tratamento com o Herbst.

Ele depende apenas da posição dos dentes planejada do destino individual instalação.


Link do artigo na integra via head-face-med: