ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A Expansão Rápida da Maxila tem efeito na voz?





Assistindo o filme "Sing - Quem canta seus males espanta", em cartaz, vi esse super ratinho cantor. No filme, ele se chama Mike e é um dos destaques de uma competição de canto que centraliza todos os atos desta animação.

Quando ele começou a cantar me surpreendi com o timbre grave da sua voz (ao contrário de outros tantos ratos da televisão e cinema que são dublados com voz aguda) e pensei: Será que ratos com a anatomia tão estreita deveria mesmo ter a voz mais aguda? E mais: Se expandirmos o palato dele com um disjuntor teríamos influência na sua voz?

Esse mês, a Angle Orthodontist apresenta um artigo dos autores, Gizem Yurttadur, Faruk Ayhan Bascıftcı e Kayhan Ozturk, da Turquia, que testaram exatamente o efeito da expansão rápida da maxila na voz.
A hipótese testada nesse estudo foi que a expansão rápida da maxila (ERM) afeta a qualidade da voz pois posiciona a língua mais anteriormente.



20 pacientes com dentição permanente, classe I, com deficiência transversal foram avaliados quando pronunciavam o fonema /a/ antes e após a ERM. Utilizando o teste t pariado para os tempos T1 (antes) e T2 (depois), bem como o teste t independente para os grupos tratado e controle, não foi detectado diferenças na qualidade ou ressonância da voz nos pacientes tratados.

Os autores concluíram que 

é seguro indicar a Expansão Rápida da Maxila para pacientes que temem alterações na voz.

Ufa! Se o Mike do filme aparecer no consultório, não precisa ter receio de indicar a ERM.

Para ver o artigo na íntegra, clique aqui.





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O uso do sobrearco na correção da sobremordida profunda









Neste artigo de 2006, publicado pela Revista Dental Press, pelos autores Marcio Rodrigues de Almeida; Renato Rodrigues de Almeida; Renata Rodrigues de Almeida-Pedrin; da do Curso de Especialização da Faculdade de Odontologia de Lins - UNIMEP; do Departamento de Ortodontia e Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Bauru-USP; da Universidade Cidade de São Paulo UNICID- São Paulo. Mostra casos clínicos, demonstrando a manipulação de um arco de intrusão de incisivos (sobrearco), bem como os efeitos desta abordagem terapêutica.


A mordida profunda se caracteriza por apresentar um trespasse vertical acentuado entre os dentes anteriores.


Esta situação que acomete jovens e adultos pode resultar da irrupção excessiva dos incisivos superiores ou inferiores, da falta de desenvolvimento vertical dentoalveolar posterior e da deficiência esquelética anterior vertical. A sobremordida que apresenta um erro esquelético tipicamente é conhecida como Síndrome da Face curta (hipodivergente) predominando um maior crescimento da altura facial posterior sobre a anterior. O estudo por meio de implantes proposto por Björk clarificou o crescimento maxilomandibular vertical em pacientes hipodivergentes, onde os acompanhou longitudinalmente por 6 anos. Evidenciou que o crescimento condilar se expressa para cima e para anterior e a direção de irrupção dos dentes inferiores assume um padrão mesial, denotando um giro da mandíbula no sentido anti-horário.

Por outro lado quando o maior componente envolvido for dentoalveolar, os dentes ântero-inferiores podem estar envolvidos, assim como os molares inferiores. Um ponto importante e muito polêmico diz respeito à forma de correção das sobremordidas. Como salientado por Burstone, frente a esta má oclusão deve-se inicialmente reconhecer a sua natureza para posteriormente aplicar uma terapêutica correta. Segundo Bennett e McLaughlin, clinicamente pode-se corrigir a mordida profunda por meio da A) extrusão posterior, B) verticalização dos molares, C) vestibularização dos incisivos e da intrusão dos incisivos.

A intrusão dos incisivos permite a correção da sobremordida com melhor controle dos efeitos secundários observados na região posterior. O mecanismo de intrusão pode ser realizado utilizando o Arco Base de Ricketts, o arco de Intrusão de Burstone, o arco de três peças, alavancas (cantilevers) e sobrearcos, como ilustrado nas figuras.


Na mecânica de intrusão dos dentes anteriores é de primordial importância utilizar forças de baixa magnitude e de longa duração. A força de baixa magnitude permite intruir os incisivos de modo que não ocorra reabsorção radicular extensa. Os ortodontistas, em geral, denotam um certo receio quando se fala em movimento de intrusão, pois certamente se mal controlado é um movimento que se direciona contrariamente ao alvéolo, podendo causar reabsorção no ápice.


Para explicar melhor a afirmação anterior, Costopoulos e Nanda compararam dois grupos tratados, sendo um com mecânica fixa que serviu de controle e outro com intrusão de incisivos em jovens que apresentavam sobremordida. Após 4 meses de estudo, observaram que o grupo que sofreu intrusão com um arco de TMA e força de 15 gramas por dente apresentou radiograficamente 0,6mm de reabsorção enquanto que o grupo controle (aparelho fixo) demonstrou 0,2mm. Concluíram que a mecânica de intrusão propiciou uma reabsorção discreta quando comparada àquela observada no tratamento fixo convencional. Não houve correlação com a quantidade de intrusão e a de reabsorção. Para intrusão de incisivos recomenda-se uma força de 25 a 30 gramas. Além do controle da magnitude de força e da sua constância, Burstone cita como fatores importantes que devem ser levados em consideração os seguintes itens:1) Uso de pontos de contato para aplicação da força; 2) Seleção do ponto de aplicação da força; 3) Intrusão seletiva (caninos x caninos + incisivos); 4) Controle dos efeitos colaterais da mecânica.


O sistema de intrusão dos incisivos gera um momento nos molares de ancoragem promovendo a inclinação distal da coroa e uma pequena extrusão. Para minimizar estes efeitos pode-se utilizar a barra transpalatina como reforço da ancoragem no arco superior e o arco lingual de Nance no inferior. A associação de um aparelho extrabucal também contribui para melhorar a inclinação radicular dos molares.



Link do artigo na integra via Dental Press:


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Correção compensatória de um caso de sobremordida aumentada com sorriso gengival e Brodie posterior utilizando a técnica de arco reto e mini parafusos ortodônticos em paciente adulto.





Neste artigo de 2016, publicado pelo The Korean Journal of Orthodontics, pelos autores Xue-Dong Wang; Jie-Ni Zhang; Da-Wei Liu; Fei-fei Lei; Yan-Heng Zhou. Do Department of Orthodontics, Peking University School and Hospital of Stomatology, Beijing, China. Apresenta um relato de caso de um tratamento ortodôntico não cirúrgico de um paciente com má oclusão esquelética de Classe II.


No presente relato, foi descrito o tratamento de uma mulher chinesa de 26 anos com mordida profunda, mandíbula retrognática com rotação no sentido horário, maxila prognática e sorriso gengival.

Quatro alternativas de terapêuticas foram consideradas para a paciente. A primeira foi o tratamento ortodôntico com cirurgia ortognática que poderia resolver a discrepância esquelética. A segunda foi tratamento com aparelho ortodôntico fixo, combinado com a mentoplastia para correção do queixo retraído. A terceira estratégia seria o tratamento ortodôntico convencional com extrações e uso de elásticos de Classe II, para alcançar um resultado de Classe I dentária sem correção esquelética. E a quarta abordagem com uso de aparelho fixo com extração de quatro pré-molares e terceiros molares, assistido por mini parafuso para retração do arco superior, e controle da dimensão vertical anterior e posterior, na tentativa de diminuir a sobremordida e o ângulo do plano mandibular. A primeira e segunda opções foram descartadas devido a paciente estar relutante em fazer cirurgia. A terceira opção foi rejeitada porque a mesma tinha grandes expectativas em relação à estética facial. A quarta opção foi explicada para a paciente, e ela estava disposta a cooperar com todo tratamento, incluindo inserção dos mini parafusos.

O tratamento consistiu na técnica convencional MBT, combinado com uso de mini parafusos ortodônticos instalados na maxila nas regiões anterior e posterior para proporcionar uma ancoragem máxima e intruir incisivos e molares. O controle de torque e intrusão dos incisivos corrigiu a sobremordida aumentada e sorriso gengival, enquanto a intrusão dos molares resultou na rotação do plano mandibular no sentido anti-horário, e consequentemente melhora do perfil facial.

Após 3,5 anos de uso de contenção, observou-se a estabilidade no alinhamento dentário com intercuspidação ideal, e contornos faciais mais harmoniosos. Portanto, conseguiu-se atingir uma oclusão, perfil facial, e sorriso satisfatórios para esta paciente. As conclusões deste caso sugerem que a correção não cirúrgica usando a ancoragem esquelética, é uma abordagem para tratamento de camuflagem de casos de ângulo mandibular aumentado com má oclusão esquelética de Classe II.

Palavras-chave: Ângulo alto do plano mandibular, Controle vertical, Sorriso gengival, mini parafuso ortodôntico.

LINK DO ARTIGO NA INTEGRA:


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Tratamento de pacientes com maloclusão de Classe II subdivisão utilizando o dispositivo Forsus vs elásticos intermaxilares





Este artigo publicado pelo Angle Orthodontist, pelos autores Isil Aras; Aylin Pasaoglu. Do Department of Orthodontics, Faculty of Dentistry, Ege University, 35080 Bornova, Izmir, Turkey. Apresenta um estudo comparando a eficácia do tratamento ortodôntico combinado com uso Forsus ou elásticos intermaxilares em pacientes com maloclusão de Classe II de Angles com subdivisão.


Este estudo relata o tratamento de pacientes que receberam terapia com aparelho fixo, combinado com o uso do Forsus ou de elásticos intermaxilares. Vinte e oito pacientes com Classe II subdivisão, foram alocados em dois grupos utilizando a randomização correspondente: grupo de Forsus (idade média = 14,19 anos) e grupo de elásticos (idade média = 13,75 anos).  Os pacientes com as seguintes características foram incluídos neste estudo: (1) Maloclusão de Classe II de Angle com subdivisão na dentição permanente, com base na presença de relação molar de Classe I em um lado e pelo menos uma relação molar Classe II do lado oposto; (2) ausência de apinhamento severo; (3) sobremordida normal ou ligeiramente aumentada; (4) sobressaliência leve ou moderadamente aumentada; (5) linha mediana superior coincidente com linha mediana facial; (6) desvio da linha mediana inferior para o lado da classe II;

A randomização combinada foi utilizada para pacientes nos dois grupos de estudo, divididos em 17 duplas. Os pacientes dentro de cada dupla foram selecionados de modo que tivessem um grau má oclusão semelhante (com base no overjet, relação molar, e apinhamento). Um dos pacientes em cada par,  foi selecionado aleatoriamente para tratamento de aparelhos fixos com o  Forsus (grupo do Forsus ), e o outro com uso de elásticos intermaxilares (elástico grupo de elástico). Todos os pacientes foram submetidos ao tratamento sem extração com aparelhos fixos pré-ajustados de slot 0,018”. 

O tratamento consistiu em nivelamento e alinhamento até o fio 0,017x 0,025” de aço inoxidável, seguido pelo uso do Forsus (as molas do Forsus foram colocadas entre os caninos e o primeiros pré-molares inferiores do lado da Classe I e entre os primeiros e segundos pré-molares do lado da Classe II), ou uso de elásticos intermaxilares (Classe II do lado da maloclusão e triângulo do lado de Classe I). A fase ativa com Forsus e elásticos intermaxilares foi realizada até que a relação molar Classe II fosse corrigida para uma Classe I. Na fase de finalização, foram utilizados elásticos para intercuspidação quando necessário. Após a remoção, aparelhos de contenção fixos foram instalados nos dentes anteriores. 

O estudo foi realizado em cefalogramas laterais e modelos digitais adquiridos antes do tratamento (T1) e 10-12 semanas após a remoção do aparelho fixo (T2). As medições cefalomérticas foram feitas usando o software Dolphin Imagining 11.0 (Dolphin Soluções de Imagem e Gestão, Chatsworth, Calif). E de modelo foram feitas usando Orthomodel 2.0.206 Software (Orthomodel, Istambul, Turquia). A relação molar foi avaliada em termos de diferença da ponta cúspide mesio-vestibular do primeiro molar superior ao sulco mesio-lingual do primeiro molar inferior.

A fase de tratamento compreendendo o uso do Forsus (4,53 meses) foi significativamente menor em comparação com a aplicação de elásticos (6,85 meses). Isso também foi verificado ao comparar a duração total do tratamento em ambos os grupos. Extrusão e inclinação palatina dos incisivos superiores e a rotação no sentido horário do plano oclusal foram maiores no grupo de elásticos (P = 0,05). Os incisivos inferiores foram vestibularizados em ambos os grupos (P = 0,001), mas não foi observada significativa diferença entre os grupos (P = 0,05). A sobremordida diminuiu nos dois grupos (P, 0,001) em quantidades semelhantes. Melhoria na sobressaliência, desvio da linha média inferior e correção da relação molar no lado da Classe II foram maior no grupo do Forsus (P, 0,05).

Concluíram que o aparelho Forsus  apresentou maior eficácia para corrigir a má oclusão de subdivisão de Classe II em tratamento com mínima adesão do paciente. 

PALAVRAS-CHAVE: Subdivisão Classe II; Elásticos intermaxilares; Aparelho funcional fixo

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:



Tradução: Dra Nathalia Torres

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Distalização do arco superior de acordo com o número de mini parafusos ortodônticos






Este artigo de 2012, publicado pelo Angle Orthodontist, pelos autores Till E. Bechtold; Jin-Wook Kim; Tae-Hyun Choi; Young-Chel Park; Kee-Joon Lee. Do  Department of Orthodontics, College of Dentistry, Yonsei University, 134 Shinchon-dong, Seodaemun-gu, Seoul, 120-752, South Korea. Apresenta um relato de caso de distalização realizada com ancoragem esquelética. Avaliando e comparando a eficiência do uso de um ou dois mini parafusos ortodônticos.


O presente trabalho aponta os efeitos do(s) vetor(es) de força linear(es) dos mini parafusos interradiculares na distalização do arco superior. Foram avaliados vinte e cinco pacientes adultos com maloclusão de Classe II, leve a moderada e apinhamento suave.  Separados em dois grupos, foram inseridos um (grupo A, n = 12) ou dois (grupo B, n = 13) mini parafusos  na área interradicular posterior para fornecer apoio para a mecânica de distalização. Os padrões de deslocamento dos incisivos e molares superiores foram comparados.

Todos os pacientes utilizaram aparelho da prescrição Roth com slot 0.018x0.025”. Após o alinhamento e nivelamento inicial, foram instalados os ganchos bola no fio 0.016x0.022” de um aço inoxidável para apoio das ligaduras elásticas. No grupo A, mini parafusos de 7,0 mm de comprimento e 1,8 mm de diâmetro (Orlus 18107, Ortholution, Seoul, Coreia) foram inseridos entre os segundos pré-molares e os primeiros molares superiores.  No grupo B, foram colocados mini parafusos adicionais entre primeiros e segundos pré-molares superiores. Todos os mini parafusos foram inseridos com angulação de 45º em relação ao plano oclusal na junção mucogingival. Correntes elásticas (Ormco, Glendora, Calif) foram aplicadas de cada mini parafuso aos ganchos bola ​​(TP Orthodontics, La Porte, Ind) correspondentes, com uma magnitude de força de aproximadamente 200g cada, significando 400g em cada lado do grupo B. As correntes elásticas foram renovadas a cada 4 semanas.

Observou-se a distalização nos molares e incisivos em ambos os grupos. No entanto, no grupo B houve maior distalização e intrusão do primeiro molar e retração dos incisivos, assim como significativa redução do plano mandibular, em comparação com a rotação do plano oclusal no grupo A.

Concluíram que os mini-parafusos interradiculares induziram, de forma previsível, a distalização total do arco para correção da Classe II. Mini parafusos ortodônticos adicionais na área dos pré-molares parecem facilitar a intrusão e distalização de todo o arco de acordo com a posição dos vetores de força. (Angle Orthod. 2013; 83: 266-273.)

PALAVRAS-CHAVE: Arco maxilar; Classe II; Interradicular; Miniscrew; Distalização

Link do artigo na integra:

http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/032212-123.1


Créditos da Tradução a Dra Nathalia Torres

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Abertura das suturas circumaxilares por expansão rapida da maxila alternada por constricção




Neste artigo de 2009, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Yu-Chi Wang; Peter M.S. Chang; Eric Jein-Wein Liou; do Department of Orthodontics and Craniofacial Dentistry, Gung Memorial Hospital, Taipei, Taiwan; Mostra esta interessante manobra na disjunção maxilar.


Este artigo buscou analisar quantitativamente a sutura circumaxilar após sua abertura através da expansão rápida maxilar e sua constrição.


Doze gatos foram aleatoriamente agrupadas em dois grupos iguais com 1 semana de expansão rápida da maxila (RME) (1 mm / dia) ou 5 semanas de Expansão rápida da maxila aternada pela constricção (Alt-RAMEC) (1 mm / dia). Ao final do experimento, o esqueleto craniofacial de cada gato foi recolhida. Cada sutura circumaxilar foram, então, analisadas em três sítios com 0,5mm por sonda periodontal.


Cinco semanas de Alt-RAMEC abriram as suturas circumaxilar significativamente superior a 1 semana da RME. Isso afetou as suturas circumaxilar articulando diretamente a maxila.


Os autores concluiram que a Expansão rápida da Maxila alternada com a constricção Alt-RAMEC abre tanto a sagitalmente com coronalmente as suturas circumaxilares quantitativamente mais do que as convencionais expansões rápidas da maxila RME. No entanto, mais de 5 semanas de Alt-RAMEC seriam necessários para aumentar a abertura do coronalmente as suturas circumaxilares.



Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

10 motivos para você vir para a Academia da Ortodontia Contemporânea



Top 10 (a maioria vem pelo 7)
Fizemos uma lista com 10 razões para você vir:

1. Todos os temas em um único curso (Ortognática, ancoragem esquelética, autoligados, biomecânica, alinhadores, ortodontia lingual...)

2. Fazemos oficinas práticas laboratoriais para melhor sedimentação do aprendizado. 

3. Apesar de termos 26 grandes professores reconhecidos internacionalmente, cada um fica um dia inteiro com você. Não é um congresso (palestra), é um curso completo com cada professor. 

4. Os Professores são oriundos das mais diversas escolas filosóficas da ortodontia Brasileira. Isso assegura que você não terá um direcionamento para uma técnica. São todas as melhores formas de fazer para você decidir a que melhor se adequa a sua realidade clínica. 

5. Grandes ídolos, autores de livros e todos famosos. Os professores do curso ficarão frente-a-frente com você por 8h, cada um. A tietagem sempre acontece com sessão de fotos. 

6. A Academia da Ortodontia Contemporânea fica em Salvador, na Bahia. Aproveitando a vocação natural do estado para férias, temos vários voos diários vindos de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro além da melhor acomodação e receptividade para que você possa evoluir com conforto. 

7. A turma é composta por apenas 25 Ortodontistas. Exigir a comprovação da especialidade nos assegura um alto nível dos participantes, que vem de vários estados do país e de outros países também. O ambiente descontraído nos faz trocar experiências incríveis com os colegas. 

8. As aulas são de dois em dois meses, e sempre de quarta a sábado. Isso nos possibilita trabalhar ajustar a agenda sem prejuízos no consultório. Da até para ficar no domingo para relaxar.

9. Uma coletânea de material didático é oferecida aos alunos. Reunimos várias apostilas, slides, artigos e material cedido pelos professores e compilamos tudo em um pendrive. 

10. O curso é coordenado por Ortodontistas como você. Tudo é feito entendendo as suas necessidades e o que você quer. Fique seguro: Você vai adorar estar conosco!

Inscreva-se agora. 

http://ortodontiacontemporanea-academia.com/curso.php?cod=37


Academia da Ortodontia Contemporânea Rua Frederico Simões, 477, Edf. CEO - Caminho das Árvores