ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Grave biprotrusão dentoalveolar tratada com terapia biocriativa lingual, utilizando miniplaca palatal








Neste artigo de 2010, publicado pelo Korean Journal Orthodontics, pelos autores Kyu-Rhim Chung, Do-Min Jeong, Hyun-Jung Park, Seong-Hun Kim, Gerald Nelson; the Korean Society of Speedy Orthodontics; Division of Periodontology, Department of Dentistry, National Medical Center of Korea; Department of Orthodontics, New york University, NY; Department of Orthodontics, College of Dentistry, Kyung Hee University; Division of Orthodontics, Department of OrofacialScience, University of California San Francisco, CA. Mostra um caso de bitrusão tratado com exodontias associado a retração com miniplacas palatinas e braquetes anteriores colados na palatina dos incisios superiores.


Este artigo clinico descreve o tratamento de uma paciente de 23 anos, 8 meses de idade, do sexo feminino com má oclusão de Classe II, que apresentaram protrusão bidentoalveolar severa e apinhamento anterior.


O plano de tratamento consistiu em extrair todos os primeiros pré-molares, retração da coroas em massa dos seis dentes anteriores superiores e incisivos inferiores. Os superiores com placa fixada na área palatina combinada com jogos de braços linguais, que foram utilizados como substitutos para os dentes de ancoragem posterior na retração anterior superior. Braquetes preajustados (0,022 polegadas) foram utilizados na região das coroas das unidades dentarias ântero-superiores. Uma alavanca de 0,9 milímetros de diâmetro em aço inoxidável foi soldado na banda para o cabo principal do arco, para desta forma, facilitar a retração controlada dos incisivos superiores.


A mudança na dentição superior e inferior foi acompanhada utilizando um posicionador dental durante a fase de acabamento. A Correção dos trespasses horizontal e vertical foram obtidos pela retração dos seis dentes anteriores superiores em suas posições corretas.


Os autores concluiram que o uso da C-placa associadas a aparelhos linguais promovem uma ancoragem ideal para melhorar o equilíbrio facial. O período de tratamento ativo foi de 19 meses. O resultado do tratamento foi estável 13 meses após a descolagem da aparatologia Ortodontica.




Link do artigo na integra via Koreamed:


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Efeito da interação entre o braquete e o arco na movimentação dentária anterior em mecânica de deslizamento: Um estudo tridimensional de elementos finitos





Neste artigo de 2012, publicado no Journal of Dental Biomechanics, pelos autores Jun-ya Tominaga, Pao-Chang Chiang, Hiroya Ozaki, Motohiro Tanaka, Yoshiyuki Koga, Christoph Bourauel e Noriaki Yoshida; do School of Dentistry, Rheinische Friedrich-Wilhelms-University Bonn, Bonn, Germany e do Department of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, Nagasaki University Graduate School of Biomedical Sciences, Nagasaki, Japan. Mostra um estudo da biomecânica ortodôntica, que determina o tamanho ideal de um braço de força para retração ortodôntica anterior com auxilio do método dos elementos finitos.

O objetivo deste estudo foi o de avaliar o efeito da ação dos movimento dentário anterior entre o braquete e o arco ortodontico  submetido à força de retração com vários comprimentos de braços de força numa mecânica de deslizamento.

Um estudo tridimensional com o método dos elementos finitos foi utilizado para simular a retração em massa dos dentes anteriores na mecânica de deslizamento. Os deslocamentos do incisivo superior e as deformações do arco ortodôntico foram calculados no momento de aplicação da força de retração.


Quando não ocorria a ativação, o movimento corporal obtido com o braço de força com 5,0 mm de comprimento . No caso de uma ativação, o movimento corporal foi observado com braço de força com 11,0 mm de comprimento.

Numa situação clínica real, a ativação entre braquete / arco ortodontico e a torção do arco no slot do braquete deve ser  levada em consideração para se determinar a distância do braço de força e desta forma, conseguir um movimento  dentário anterior eficaz.

Link do artigo na integra via ncbi:

terça-feira, 2 de agosto de 2016

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terça-feira, 26 de julho de 2016

49º Congresso Científico Anual da Associação Coreana de Ortodontia



Nos dias 07 a 09 de outubro de 2016 a Associação Coreana de Ortodontistas irá promover o 49º Congresso Científico Anual ... Um evento científico extremamente valioso, onde o público irá vivenciar a conjunção da ortodontia clássica com o que há de mais moderno na nossa especialidade. Palestrantes renomados e temas clínicos abordados de relevância. 

Informações:














49º Congresso Cientifico Anual da Associação Coreana de Ortodontia



Nos dias 07 a 09 de outubro de 2016 a Associação Coreana de Ortodontistas irá promover o 49º Congresso Cientifico Anual ... Um evento cientifico extremamente valioso, onde o publico irá vivenciar a conjunção da ortodontia clássica com o que há de mais moderno na nossa especialidade. Palestrantes renomados e temas clínicos abordados de relevância. 

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Comparação de dois protocolos para a protração maxilar: âncoragem óssea versus máscara facial com expansão rápida da maxila






Neste artigo de 2010, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Lucia Cevidanes; Tiziano Baccetti; Lorenzo Franchi; James A. McNamara, Jr; Hugo De Clerck; do Department of Orthodontics, School of Dentistry, University of North Carolina, Chapel Hill, NC; Department of Orthodontics, University of Florence, Florence, Italy; Thomas M. Graber, Department of Orthodontics and Pediatric Dentistry, School of Dentistry, University of Michigan, Ann Arbor, Michigan; Center for Human Growth and Development, The University of Michigan, Ann Arbor, Michigan. Faz um estudo comparativo entre o protocolo classico de protração maxilar com mascara facial ao com o metodo contemporâneo de protração com mini placas ortodonticas.


Este estudo foi realizado com o intuito de se testar a hipótese de que não há diferença nos efeitos do tratamento ativo para avanço da maxila induzida por protração maxilar com ancoragem ossea(BAMP) e os efeitos do tratamento ativo com a máscara facial, em associação com a expansão rápida da maxila (ERM / FM).


Este estudo foi feito em pacientes tratados consecutivamente. As mudanças em variáveis cefalométricas dento esqueléticas desde o início do tratamento (T1) até o final do tratamento ativo (T2) com um intervalo médio T1-T2 de cerca de um ano e depois foram contrastados em uma amostra de 21 indivíduos BAMP com uma amostra RME / FM de 34 pacientes . Todos os pacientes eram pré-púberes em T1. A comparação estatística foi feita com testes t para amostras independentes.


O protocolo BAMP produziu resultados significativamente maiores do que a terapia de avanço da maxila RME / FM (com uma diferença de 2 mm a 3 mm). As alterações mandibulares sagitais foram semelhantes, enquanto as alterações verticais foram melhor controladas com BAMP. As relações sagitais intermaxilares melhoraram em 2,5 milímetros a mais nos pacientes BAMP. Resultados adicionais favoráveis do tratamento BAMP foram a falta de rotação no sentido horário da mandíbula, bem como uma falta de retroinclinação dos incisivos inferiores.


Os autores concluíram que o protocolo BAMP produziu avanço maxilar significativamente maior do que o avanço da maxila pela terapia RME / FM.




Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Avaliação do efeito da expansão rápida da maxila no padrão respiratório, por meio da rinomanometria anterior ativa: descrição da técnica e relato caso



Neste artigo de 2010, publicado pelo Dental Press Journal Orthodontics, pelos autores Edmilsson Pedro Jorge, Luiz Gonzaga Gandini Júnior, Ary dos Santos-Pinto, Odilon Guariza Filho, Anibal Benedito Batista Arrais Torres de Castro; do Departamento de Clínica Infantil da Faculdade de Odontologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP - Araraquara); do Departamento de Otorrinolaringologia e Distúrbios da Comunicação Humana da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)- São Paulo - Brasil. Avalia o efeito da expansão rápida da maxila (ERM) no padrão respiratório.

A respiração nasal é o único padrão respiratório considerado fisiologicamente normal no ser humano. Quando, por algum motivo, o indivíduo apresenta alguma dificuldade em respirar pelo nariz, ele complementa ou substitui a respiração nasal pela respiração bucal.

Os métodos de diagnóstico para determinar o padrão respiratório de um indivíduo são controversos na literatura. Entretanto, não estão totalmente esclarecidos os efeitos da obstrução naso-respiratória no desenvolvimento da má oclusão e no crescimento facial. Embora a relação existente entre a respiração e o crescimento craniofacial tenha sido muito pesquisada, muitas dúvidas permanecem sem respostas, em razão das inúmeras variáveis decorrentes da predisposição genética e das influências do meio ambiente, pois cada indivíduo tem uma maneira própria de enfrentar o impacto resultante da alteração na normalidade do padrão respiratório.

Há mais de um século, alguns pesquisadores tiveram interesse em avaliar o efeito da expansão rápida da maxila (ERM) na morfologia e função nasal. Esse procedimento, introduzido por Angel, modifica a forma da maxila, abrindo a sutura palatina mediana e as demais suturas da face. Inúmeros trabalhos têm demonstrado que o resultado desse procedimento ocasiona mudanças na dimensão transversal da maxila e da cavidade nasal, proporcionando uma melhora na respiração.

Há relatos, em trabalhos científicos, de que o padrão respiratório de um indivíduo com diminuição da função nasorrespiratória pode ser melhorado por meio da expansão rápida da maxila, uma vez que o aumento da área de secção transversal nasal induz a uma diminuição da resistência nasal, aumentando o fluxo aéreo. Contudo, é necessário manter um nível mínimo de resistência nasal respiratória para que ocorram as trocas gasosas nos alvéolos pulmonares.

McCaffrey e Kern relatam que o sintoma da obstrução nasal ocorre quando o valor da resistência nasal total é superior a 3 cmH2O/l/seg. Warren et al. descrevem que, quando a resistência nasal total é elevada, em torno de 4,5 cmH2O/l/seg, a grande maioria dos indivíduos são considerados respiradores bucais. Já os valores obtidos por meio da rinomanometria posterior ativa dos respiradores nasais e dos pacientes com obstrução nasal são diferentes: em média 1,86 cmH2O/l/seg e 3,05 cmH2O/l/seg, respectivamente.

Outro método utilizado para quantificar o padrão respiratório é por meio da medida da área de secção transversal nasal. Contudo, o limite de mudança da respiração de nasal para bucal é muito próximo, de aproximadamente 0,40 a 0,45cm2. Cerca de 97% dos indivíduos com área de secção transversal nasal menor que 0,4cm2 apresentam algum tipo de respiração bucal, ou seja, uma área de secção transversal nasal igual ou menor que 0,4cm2 proporciona uma resistência respiratória nasal de 0,5 a 4,7 cmH2O/l/seg14. Dessa forma, a resistência respiratória muito elevada obriga o indivíduo a abrir a boca aproximadamente de 0,4 a 0,6cm2 para reduzir essa resistência e atingir valores normais compatíveis com a respiração, de 1,9 a 2,2 cmH2O/l/seg.

Logo, o propósito deste artigo foi avaliar se ocorreu mudança no padrão respiratório do paciente que apresentava alteração transversal da arcada superior e que tinha indicação para a expansão rápida da maxila. O dispositivo utilizado para a expansão rápida da maxila foi um aparelho dentomucossuportado do tipo Haas modificado.

O aparelho utilizado para a rinomanometria anterior ativa do paciente foi um rinomanômetro RM 302 (Eletromedicina Berger Indústria e Comércio Ltda., São Paulo/SP), composto de dois canais, que permite a avaliação simultânea do fluxo e da pressão em cada fossa nasal durante a respiração.

COMENTÁRIOS FINAIS

Após a ERM, foi observado na cavidade nasal direita (ND) uma diminuição na pressão (P), enquanto o fluxo (V) permaneceu constante. Já na cavidade nasal esquerda (NE), ocorreu uma diminuição na pressão (P) e um aumento do fluxo (V).

Desse modo, demonstrou-se uma redução da resistência nasal após a realização da ERM, acontecimento já relatado em trabalhos anteriores.

Entretanto, devemos estar cientes de que esse procedimento ortopédico, apesar do benefício da diminuição da resistência nasal e consequente aumento da permeabilidade nasal, não deve ser realizado simplesmente com a finalidade de proporcionar melhora na função nasal em pacientes com dificuldades respiratórias, mas, sim, quando associado a uma correta indicação para que seja realizado.

Dessa forma, uma das finalidades desse artigo é enfatizar que o aparelho expansor, utilizado para realizar a ERM, além de corrigir as mordidas cruzadas posteriores uni ou bilaterais (sua principal função), também contribui para a diminuição da resistência nasal total e aumento da condutância nasal. Entretanto, não podemos esquecer que o exame de rinomanometria anterior ativa é um método de diagnóstico importante para avaliar a diminuição da função nasorrespiratória e determinar o padrão respiratório do paciente.


Link do artigo na integra via Scielo:

http://www.scielo.br/pdf/dpjo/v15n6/v15n6a09.pdf

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Academia da Ortodontia Contemporânea 2016 chega ao 3º encontro








A Academia da Ortodontia Contemporânea 2016 chega ao 3º encontro do mais completo programa de educação continuada para o Ortodontista Clínico. Todos os cursos, todas as escolas, todas as filosofias e todos os maiores e mais aclamados professores do país em um só lugar. Vagas para a turma 2017 serão abertas em outubro.   


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