ORTODONTIA CONTEMPORÂNEA

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

EFEITO DA TERAPIA LASER DE BAIXA POTÊNCIA NO AUMENTO DA VELOCIDADE DA MOVIMENTAÇÃO ORTODÔNTICA.


Dissertação apresentada como parte dos requisitos para obtenção do Grau de Mestre Profissional em Lasers em Odontologia, pelo Dr. RODRIGO RAMOS VIEIRA, no INSTITUTO DE PESQUISAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.

Esta dissertação avaliou o efeito da terapia com laser de baixa potência na movimentação ortodôntica de caninos superiores, bem como seu efeito analgésico após as ativações. Foi utilizado, também, braços de alavanca acoplados aos brackets dos caninos para realizar translação (movimento de corpo) dos caninos superiores através do seu centro de resistência, durante a retração, e tornamos mais curto o intervalo entre as consultas a fim de maximizar o tratamento ortodôntico.


Sete pacientes foram selecionados para o estudo com indicação de exodontias dos 1os pré-molares superiores. Os dentes foram distalizados por meio de uma mola de NiTi (Níquel-Titânio) presa nos brackets dos caninos até os mini-implantes, que exerceram uma ancoragem absoluta e temporária. O laser de diodo de 780nm (GaAlAs) foi aplicado pontualmente com 10 pontos ao longo das fibras periodontais do canino (5 vestibulares e 5 palatinos). O protocolo de irradiação foi de 5J/cm2, durante 10 segundos por ponto, totalizando 2J de irradiação. A velocidade de retração dos caninos do lado irradiado foi significativamente maior em 4 dos 7 pacientes, no grupo onde não se observava pigmentação melânica gengival.




Durante a pesquisa nenhum paciente sentiu dor após as ativações. Futuras investigações devem ser realizadas a fim de proporcionar um efeito positivo da laserterapia no aumento da velocidade de movimentação dentária em pacientes com pigmentação melânica gengival. Mesmo assim, nossos resultados sugerem que o laser pode acelerar significativamente a movimentação dentária.


http://www.ipen.br/conteudo/upload/200905061151500.MPLO%202009%20Dissertacao%20Rodrigo%20Vieira.pdf

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Avaliação de fricção de braquetes autoligaveis estéticos




Neste artigo publicado em 2010, pela Angle Orthodontist pelos autores John C. Voudouris; Christos Schismenos; Kresimir Lackovic; Mladen M. Kuftinec; do Department of Orthodontics, New York University, College of Dentistry, Nova Iorque. Faz um estudo do atrito gerado com os braquetes auto-ligáveis estéticos de varias marcas disponíveis no mercado.

Este estudo foi realizado com intuito de testar as forças de atrito (FRS) gerada entre vários arcos Ortodonticos (1) Interação Braquetes auto-ligaveis (ISL) (2) Braquetes ligados convencionalmente(CL).

forças de atrito produzidas entre três diferentes combinações de arco e os braquetes auto-ligáveis(SL) (cerâmica e metal no slot ou todo em metal) e braquetes de CL (metal ou cerâmica), foram avaliados em um ambiente seco. Os três tipos de braquetes testados foram ISL In-Ovation - C, In-Ovation-R, e Damon 3. Os três Braquetes CL foram Mystique com Neo Clip, clarity, e Ovation. Cada braquete foi testado com fios 0,020", 0,019 X 0,025" e 0,018X0,018" revestido.

Os brauetes ISL geralmente apresentaram as menores forças de atrito, independentemente do material e do tamanho do fio, e os braquetes CL apresentaram consistentemente maior forças de atrito. Mystique, Neo Clip produziram menor atrito de todos os braquetes. Os braquetes In-Ovation-C demonstraram menor resistência ao atrito do que os braquetes SL In-Ovation-R e Damon3 , bem como os braquets CL Clarity e Ovation.

Os braquetes ISL cerâmicos produziram menor atrito de todos os braquetes auto-ligáveis. Os Braquetes CL cerâmicos produziram o maior atrito.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ortodontia em Luto - Perdemos o Prof. Dr. Charles Burstone - 10/02/2015


A Ortodontia no dia 10/02/2015, perdeu um dos seus grandes Icones, o Professor Dr. Charles Burstone. Que desenvolveu e aperfeiçoou a Biomecânica Ortodontica baseada numa filosofia de tratamento com aparatologia associada a arcos segmentados....

Ele formou em odontologia em 1950, na Universidade de Washington em St. Louis.  Dr. Burstone começou sua carreira na ortodontia, completando seu mestrado em 1955. Nesse mesmo ano, tornou-se professor assistente no Departamento de Ortodontia da Universidade de Indiana. Em 1970 tornou-se professor da cadeira de Ortodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Connecticut e em 1971, também professor do departamento de Engenharia Mecânica da mesma Universidade. Em 1994 tornou-se Professor Emérito do Departamento de Ortodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade de Connecticut. Onde Publicou inúmeros Artigos, Capítulos e Livros.

Agora ficou todo seu legado e nossas reverencias a suas inestimáveis contribuições voltadas a Ciência Ortodontica.

Link sobre a Biografia do Professor Charles Burstone:




quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Influência dos imunossupressores no metabolismo ósseo e movimento dentário: revisão de literatura




Neste artigo de 2009, publicado pela Revista Odonto Ciência da PUC Rio Grande do Sul, pelos autores Rogério Lacerda dos Santos; Renato Torres Gonçalves; Marco Aurélio Martins; Margareth Maria Gomes de Souza; do Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Discute a influência dos imunossupressores no metabolismo ósseo e movimento dentário em Ortodontia. Tema interessante.

O movimento ortodôntico é dependente da capacidade das células do periodonto de reagir ao estímulo mecânico. A ativação e o recrutamento osteoclástico devem ser induzidos na zona adjacente ao lado de pressão do tecido periodontal para que ocorra o movimento dentário. A remodelação óssea e o deslocamento dentário ocorrem por meio de processo inflamatório envolvendo osteoclastos, osteoblastos, neuropeptídeos, citocinas, fatores nucleares e alterações na inervação e vascularização local.

Recentemente, um fator intermediário, receptor ativador do fator nuclear (NF-kappaB) ligante (RANKL), presente na superfície dos osteoblastos foi encontrado, sendo o mes-mo responsável pela indução de osteoclastogênese, juntamente com seus receptores celulares, receptor ativador de NF-kappaB (RANK) e receptor osteoprotegerina (OPG), constituindo um novo sistema de citocinas. RANKL, produzido por células de linhagem osteoblástica e por linfócitos T ativados, é o fator essencial para a formação, fusão, ativação e sobrevivência dos osteoclastos, resultando na reabsorção óssea. RANKL ativa seus receptores específicos, RANK localizados em osteoclastos e células dendríticas, e sua sinalização em cascata envolve a estimulação dos percursos c-jun, NF-kappaB, e serina/treonina quinase PKB/Akt.

Os efeitos da RANKL são contrabalanceados através da OPG que atua como um receptor solúvel neutralizador.RANKL e OPG são regulados por vários hormônios (glicocorticóides, vitamina D, estrogênio), citocinas (fator necrose tumoral alfa, interleucinas 1, 4, 6, 11 e 17), e vários fatores de transcrição mesenquimal (tais como cbfa-1). OPG também é produzida por células do ligamento periodontal humano, fibroblastos gengivais, células pulpares e células epiteliais e evidenciou ser um fator fundamental para inibição de diferenciação e ativação de osteoclastos na remodelação óssea alveolar durante a movimentação ortodôntica. Recentes estudos clínicos confirmaram que ambos RANKL e OPG podem ser detectados em fluído crevicular gengival humano (GCF) e observaram que se RANKL aumenta OPG estará diminuído durante o movimento ortodôntico.

Anormalidades do sistema RANKL/OPG implicam na patogênese da osteoporose pós-menopausa, artrite reumatóide, doença de Paget, doença periodontal, tumores ósseos benignos e malignos, metástases ósseas e hipercalcemia, enquanto a administração do OPG demonstrou prevenir ou atenuar esses transtornos em modelos animais. Excesso ou defeito na produção de RANKL, RANK e OPG exibem os extremos de fenótipos esqueléticos – osteoporose e osteopetrose. A descoberta e caracterização de RANKL, RANK e OPG somados a estudos posteriores alteraram os conceitos de metabolismo ósseo e cálcio, e levaram a melhor compreensão da patogênese das doenças ósseas metabólicas em busca de medicamentos que poderão constituir a base de estratégias terapêuticas inovadoras.

Existem medicamentos capazes de afetar o metabolismo ósseo e a taxa de movimento dentário. Alguns desses medicamentos são os imunossupressores que afetam a síntese de citocinas e são inibidores da calcineurina-fosfatase (ciclosporina e tacrolimus) sendo responsáveis, em parte, pela maior sobrevida dos pacientes transplantados e pela redução na dose de glicocorticóides. Porém, à semelhança dos glicocorticóides, os inibidores da calcineurina-fosfatase também provocam diminuição da massa óssea, sendo que a maior perda óssea ocorre nos primeiros 6 meses após o transplante, quando a terapêutica imunossupressora é mais agressiva. Apesar da tendência atual recomendar a menor dose total de imunossupressores, muitos pacientes transplantados ainda desenvolvem fraturas como complicação.

As drogas imunossupressoras podem ser agrupadas em biológicas e químicas conforme seu local de ação e seus efeitos nos linfócitos. Os imunossupressores mais usados atualmente são os que afetam a síntese de citocinas (glicocorticóides, ciclosporina-CsA, tacrolimus-FK506, Sirolimus-RAPA) e os que afetam a síntese de nucleotídeos (azatioprina, micofenolato mofetil). Ao longo dos últimos anos, com o crescente uso de imunossupressores, têm-se questionado a ação destes medicamentos sobre o metabolismo ósseo.

Pode-se concluir que os imunossupressores que afetam a síntese de citocinas (glicocorticóides, ciclosporina-CsA, tacrolimus-FK506 e Sirolimus-RAPA) interferem no metabolismo ósseo e podem causar maior movimentação dentária. É possível tratar ortodonticamente pacientes subme-tidos à terapia imunossupressora de manutenção com efeitoscolaterais mínimos, desde que monitorados por acompanha-mento médico a partir de exames de densitometria óssea.


Link do artigo na integra via revistas eletronicas PUCRS:

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

O USO DA PROTOTIPAGEM RÁPIDA NA ÁREA MÉDICO-ODONTOLÓGICA



Neste artigo publicado pelo Núcleo de Prototipagem e Ferramental da UTFPR, Pelo autor Dr.José Aguiomar Foggiatto do NUFER – DAMEC / CITEC - Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR - Paraná. O estudo tem o objetivo apresentar algumas aplicações da Prototipagem Rápida na área Médico-Odontológica e divulgar este serviço disponível na UTFPR entre os profissionais da Saúde.

A Prototipagem Rápida vem se consolidando no meio industrial como uma tecnologia imprescindível para agilizar o desenvolvimento de novos produtos. Sua utilização permite a detecção de erros nas fases iniciais do projeto evitando retrabalhos. Com isso é possível antecipar o lançamento do novo produto e ganhar em competitividade.

Infelizmente, no Brasil, essa tecnologia ainda é pouco utilizada em outras áreas, como a Médico -Odontológica. Isso acontece principalmente devido ao número limitado de empresas prestadoras de serviços de prototipagem, ao custo da tecnologia e muitas vezes devido o desconhecimento por parte dos profissionais da área. Num recente levantamento, foi verificado que apenas um Hospital possuía uma máquina de Prototipagem Rápida em todo o território nacional, a Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação em Brasília. Este fato evidencia a limitada utilização da Prototipagem Rápida na área de saúde. Como resultado, grande parte da população fica sujeita a intervenções cirúrgicas com maiores riscos de erros médicos, devido a falta de informações mais precisas sobre a anatomia da região afetada.

A Prototipagem Rápida é um processo aditivo construtivo utilizado para obtenção de protótipos diretamente de um modelo tridimensional. As geometrias podem ser obtidas utilizando um programa de modelagem sólida (CAD) ou pela conversão de arquivos obtidos de scanners 3D ou de tomógrafos. Esta tecnologia surgiu no final dos anos 80 e desde então tem sido utilizada por diversas áreas de conhecimento. Dentre os inúmeros processos desenvolvidos apenas alguns se consolidaram no mercado, como a Estereolitografia, Modelagem por Fusão e Deposição e Sinterização Seletiva a Laser.

Outros equipamentos também tem merecido destaque nos últimos anos, entre eles as impressoras 3D da Z-corp, que usam uma tecnologia de impressão desenvolvida no MIT, que permitem a construção de protótipos a partir de um pó, que é aglomerado por uma resina através de um cabeçote igual a de uma impressora a jato de tinta. Suas principais vantagens são o custo, a rapidez de construção e a possibilidade de gerar protótipos coloridos.

No desenvolvimento de novos produtos, a Prototipagem Rápida tem demonstrado ser uma importante ferramenta, pois permite a verificação da funcionalidade de componentes em montagens, avaliação de forma e função, avaliação da manufaturabilidade, disponibilização de pré-séries, redução no tempo de projeto, entre outras. Na área Médico-Odontológica esta tecnologia está sendo progressivamente introduzida como uma importante etapa, pois o uso de protótipos, que reproduzem com boa precisão a anatomia da região de interesse, permite melhorar bastante a visualização facilitando o planejamento cirúrgico, diminuindo o tempo das cirurgias e minimizando a chance de erros.

A aquisição de imagens a partir da tomografia computadorizada helicoidal fornece uma seqüência de seções
transversais da região de interesse. Utilizando um programa de reconstrução 3D é possível transformar essas imagens bidimensionais em um modelo tridimensional, que poderá ser utilizado na fabricação de um biomodelo em uma máquina de Prototipagem Rápida.

As imagens obtidas no tomógrafo geralmente utilizam a tecnologia digital que obedece as normas internacionais do padrão DICOM (Digital Imaging and Communications in Medicine). Elas são obtidas através de cortes axiais na região desejada e o equipamento deve estar ajustado para a menor espessura possível, pois quanto menor esse valor melhor será a qualidade do modelo.

O programa de reconstrução 3D, que permite a geração do modelo tridimensional, depende de parâmetros de entrada como densidade média, contorno e opacidade. Depois de definida a região que será construída, o arquivo deve ser salvo no formato STL (stereolithography file). Este formato representa o sólido através de uma malha triangular e é o padrão utilizado pelas tecnologias de Prototipagem Rápida.

A imagens tridimensionais podem ser enviadas via Internet e utilizadas para facilitar a comunicação entre equipes multidisciplinares que possuem profissionais trabalhando em diferentes lugares. Sua manipulação é simples e normalmente os programas oferecem ferramentas para rotação, translação e ampliação do biomodelo, além de ser possível a medição de comprimentos, áreas e volumes. É importante que o usuário da tecnologia de Prototipagem Rápida tenha domínio sobre estas ferramentas, pois assim ele saberá avaliar se a geometria gerada no computador corresponde ao que se deseja construir por Prototipagem Rápida. A definição exata da região de interesse pode resultar num biomodelo menor e conseqüentemente de menor custo.

As recentes publicações científicas na área Médico-Odontológica tem relatado diversos casos de sucesso com a utilização da tecnologia da Prototipagem Rápida. O uso de biomodelos tem permitido diminuir o tempo das intervenções cirúrgicas trazendo mais conforto ao paciente e diminuindo a chance de erros para o cirurgião. Dentro da odontologia destacam-se as áreas de próteses, implantes, ortodontia e cirurgias como as principais beneficiárias do uso desta tecnologia.

A literatura apresenta diversos trabalhos enaltecendo os benefícios do uso de biomodelos prototipados. Da Rosa (2004) apresentou um caso de cirurgia ortognática combinada maxilomandibular. Com auxílio de um biomodelo a cirurgia foi simulada, realizando-se as osteotomias desejadas e movendo o terço médio da face e a mandíbula para a posição desejada.

Em outro trabalho, Zandoná (2003) utiliza um biomodelo em ABS construído numa máquina de Prototipagem Rápida (FDM 2000 – UTFPR) para auxiliar o tratamento de um paciente que apresentava ausência dos elementos 22 e 21, e com o dente 11 com extração prevista. Na fase pré-cirúrgica in-vitro, realizada em ambiente estéril foi feita a ajustagem e a fresagem dos blocos ósseos adaptando-os sobre o biomodelo prototipado; e na fase cirúrgica in-vivo foram instalados os blocos na paciente, fixados por parafusos como na técnica convencional de enxerto em blocos.

O autor comenta que o ajuste do bloco ósseo foi significativamente facilitado pela ausência de sangue e tecidos moles, e pela possibilidade de manipulação do biomodelo com extrema liberdade, o que não é possível realizar no paciente na técnica clássica.

Choi et al. (2000) afirmam que a Prototipagem Rápida tem se constituído em um recurso de grande importância para o planejamento cirúrgico-protético de situações de alta complexidade, como às vivenciadas na implantodontia contemporânea. O estudo diagnóstico com o uso dos biomodelos pode ser recomendado, pois reduz o custo global do tratamento, elimina potenciais erros clínicos e conduz a melhores resultados.

A aplicação da Prototipagem Rápida na área Médico-Odontológica deveria ser considerada como uma importante meta a ser alcançada pelos profissionais da área cirúrgica. A literatura é farta de exemplos de sucesso em procedimentos onde os pacientes permaneceram menos tempo sob intervenção cirúrgica e os médicos contaram com um grau de confiança maior devido as simulações e informações obtidas a partir dos biomodelos. Os custos adicionais decorrentes da utilização desta tecnologia são compensados pelo menor tempo cirúrgico, menor risco para o paciente e menor chance de erros médicos.


Link do artigo na integra via nufer:

http://www.nufer.citec.ct.utfpr.edu.br/O%20Uso%20da%20Prototipagem%20R%E1pida%20na%20%C1rea%20M%E9dico5.pdf

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Efeito antibacteriano do revestimento prata-platina utilizado em aparelhos ortodônticos



Neste artigo de 2012, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Hwang-Sog Ryu; In-Ho Bae; Kyung-Gu Lee; Hyeon-Shik Hwang; Ki-Heon Lee; Jeong-Tae Koh; Jin-Hyoung Cho; do Department of Orthodontics, Dental Science Research Institute, Chonnam National University, Gwangju, Korea; R&D Center for Titanium and Special Alloys, Gwangju, Korea; Department of Pharmacology and Dental Therapeutics, School of Dentistry, Dental Science Research Institute, Chonnam National University, Gwangju, Korea. Mostra um estudo no qual os autores aplicam um revestimento de prata e platina na superfície de braquetes ortodonticos e testam o efeito antibacteriano do mesmo.

Este trabalho foi realizado com o intuito de desenvolver um revestimento rígido para superfícies de aço inoxidável composta por uma liga de prata (Ag) - platina (Pt).

A liga Ag-Pt, que têm um grau elevado de biocompatibilidade, uma excelente resistência às condições de esterilização, e propriedades antibacterianas para bactérias diferentes, estão associados a longo prazo a eficácia antibacteriana. Aproximadamente 1,03 mm para revestimentos e 2,34 mm de espessura, tal como determinado por microscopia electrónica de varreduraforam depositadas nas superfícies de aço inoxidável através de uma vaporização simultânea de ambos os metais (Ag e Pt) numa atmosfera de árgon inerte. O revestimento foi feito por deposição física de vapor. Culturas de microorganismos e células eucarióticas foram cultivadas sobre estas superfícies.

Os íons liberados do revestimento de Ag suficientes quando imerso em solução salina tamponada com fosfato mostrou potência antimicrobiana significativa contra Streptococcus mutans e estirpes actinomycetemcomitans. Ao mesmo tempo, as células dos fibroblastos gengivais não foram afetadas adversamente.

Os autores concluíram que os revestimentos Ag-Pt aplicados sobre superfícies de suporte de carga dos braquetes ortodônticos podem proporcionar atividade antimicrobiana adequada durante o tratamento ortodôntico ativo.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:


domingo, 8 de fevereiro de 2015

Pensamento da Semana


"Ter vontade de vencer é inutil se não houver vontade de se preparar"

Thane Yost

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Uma forma de determinar a osteotomia cirurgica assistida para expansão rápida da maxila em fenda palatina. Abordagem num modelo de elementos finitos




Neste artigo de 2011, publicado pela Angle Orthodontist, pelos autores Pawan Gautam; Linping Zhao; Pravin Patel; do Craniofacial Center,University of Illinois at Chicago, Chicago; Mostra um estudo realizado em simulação com elementos finitos em crânio com procedimentos de cirurgia ortognática.


Este estudo foi realizado com o intuito de avaliar o padrão de estresse no esqueleto craniofacial em um paciente com um deformidade com fissura unilateral do palato secundário e alvéolos em resposta a várias técnicas de cirurgia assistida para expansão rápida da maxila (ERMAC).

Três modelos específicos de crânios de pacientes específicos compósitos foram desenvolvidos para análise em elementos finitos do modelo. Os detalhes do procedimento de modelagem foram descritos na parte I desta série. A análise dos elementos finitos foram realizadas em cada modelo com uma técnica ERMAC especificada, em combinação com RME usando Abaqus (6.7).

A forma ideal de cirurgia para uma ERMAC em pacientes com fissura unilateral com deformidade do palato secundário e alvéolos, seria uma LeFort I, unilateral completa com disjunção do pterigóide em combinação com a divisão palatina, seguido pela osteotomias com secção palatina isolada e dos pilares zigomático.

Uma técnica mais invasiva para ERMAC pode reduzir significativamente o problema. No entanto, este benefício deve ser pesado contra o risco de aumentar as complicações associadas com cirurgias mais extensas. Quando uma técnica cirúrgica mais conservadora é selecionada, é preferível realizar uma divisão palatina mediana ao invés de osteotomias nos pilares zigomáticos, como indicado pela distribuição de tensão-padrão de deslocamento e associados a técnicas de ERMAC diferentes.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Comparação da eficiência utilizando a técnica de mensuração dentaria em modelos digitais ortodônticos



Neste artigo a ser publicado em 2010, na Angle Orthodontist, pelos autores Heather M. I. Horton; James R. Miller; Philippe R. Gaillard; Brent E. Larson; do Department of Developmental and Surgical Sciences, Division of Orthodontics, Department of Developmental and Surgical Sciences University of Minnesota School of Dentistry, Minneapolis, Minnesota. Mostra um estudo realizado com a tecnologia dos modelos digitais para mensuração do tamanho dentario utilizand diversas técnicas de medição com esta técnologia.

Este estudo foi realizado com o intuito de determinar a melhor técnica para medir a largura do dente mesial-distal com modelos digitais.

As larguras mesial e distal individual de cada dente foram medidos ( de primeiro molar a primeiro molar, superiores e inferiores) em 32 modelos de gesso e outros modelos digitais (emodels, GeoDigm, Chanhassen, Minn). Os modelos digitais foram medidos com cinco diferentes técnicas: oclusal, face oclusal zoom sobre cada dente individual, aspecto facial como r otação necessária, aspecto facial de três posições padrão (R bucal, facial e bucal L), e qualitativamente girar o modelo em qualquer posição considerada necessária. As medidas foram repetidas três vezes com pelo menos 1 semana de intervalo. O tempo necessário para o operador completar cada conjunto de
medições foi registrada.

Quatro de cinco técnicas de medição digital (exceto para o aspecto facial de três posições padrão) mostraram um leve desvio positivo (superestimativa de largura medidos) em comparação com medições. A Medição da face oclusal, resultou em maior correlação de Pearson (98,509%), o mínimo desvio padrão Bland Altman das diferenças de valor (1,881 mm), e o tempo de medição de segundo mais rápido (2 minutos 3 segundos). Qualitativamente rotativo o modelo teve correlação de Pearson semelhantes e valores de Bland-Altman para a técnica oclusal, mas levou mais tempo para medir (7 minutos 1 segundo).

A técnica de medição oclusal de modelos digitais foi a melhor combinação de precisão, repetibilidade e velocidade de medição.


Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Controle dos incisivos inferiores com o Herbst combinado e totalmente personalizado para um aparelho lingual - um estudo piloto


Neste artigo de 2010, publicado pelo Wiechmann et al. Head & Face Medicine, pelos autores Dirk Wiechmann, Rainer Schwestka-Polly, Hans Pancherz, Ariane Hohoff; do Department of Orthodontics, Westfälische Wilhelms-Universität Münster - Alemanha. Mostra um estudo feito com auxilio dos modelos digitais do efeito do Herbst associado ao aparelho lingual Incognito sobre o posicionamento final dos incisivos inferiores.

O aparelho Herbst induz a tradicional vestibularização dos incisivos inferiores independente do sistema de ancoragem utilizado. Os efeitos do Herbst como elemento auxiliar de um aparelho lingual totalmente personalizado (LO) Incognito (3 M) não foi analisada e ainda. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito sobre a vestibularização so incisivo inferior utilizando este dispositivo de Herbst-LO.

Estudo retrospectivo. Os critérios de inclusão: a) Classe II ≥ 5 mm relação molar, b) Herbst ≥ 9 meses no local e, c) terminaram o tratamento ativo. posição do incisivo foi medido em modelos digitais antes do tratamento, sobre a configuração de destino digital e em modelos digitais modelos obtidos no dia da descolagem. Todas as medições foram realizadas pelo mesmo pesquisador.

Doze pacientes (8 mulheres, 4 homens) dos 632 casos tratados com o aparelho lingual foram incluídos no estudo. A medição do erro foi calculada com a fórmula de Dahlberg's que foi de 0,2 °. Em sete casos havia sido planejado (Configuração da meta) verticalização dos incisivos inferiores (CCR), e cinco casos vestibularização (sentido horário). Não houve diferença estatística (p 0.05) between planned incisor rotations of the target setup and" style="background-color: rgb(255, 255, 255); ">> 0,05) entre as rotações incisivo prevista da instalação de destino e alcançado rotações incisivo no dia do descolamento. A média geral de diferença foi de 2,2 ° ± 1,0 °.

Os autores concluiram que a combinação Incognito-Herbst é o primeiro conjunto  com Herbst que promove total controle sobre o movimento incisivo. Usando este sistema, a perda de ancoragem ou o ganho de fixação é independente do tratamento com o Herbst.

Ele depende apenas da posição dos dentes planejada do destino individual instalação.


Link do artigo na integra via head-face-med:

sábado, 24 de janeiro de 2015

No Curso Avançado para Especialistas da Academia da Ortodontia Contemporânea, um modulo dedicado a Ortodontia Estética com uma excelente aula teórica com "Hands On" abordando a Ortodontia Lingual com o Prof. Dr. Marcos Prieto










Informações sobre a Turma 2015 do Curso Avançado:

www.ortodontiacontemporanea-academia.com


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Ultimo modulo da turma 2014 do Curso Avançado para Especialistas da Academia da Ortodontia Contemporânea

Credenciamento Invisalign com o Diretor Clinico no Brasil, Prof Dr. Mauricio Casa !




Alinhadores estéticos com o Prof. Dr. Wilson Murata !






Maiores Informações para a turma 2015:

www.ortodontiacontemporanea-academia.com

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Modelos digitais vs modelos de gesso obtidos por moldegens com alginato e materiais substitutos ao alginato


Neste artigo de 2010, publicado pelo Angle Orthodontist, pelos autores Gilda Torassian; Chung How Kau; Jeryl D. English; John Powers; Harry I. Bussa; Anna Marie Salas-Lopez; John A. Corbett; do Department of Orthodontics, University of Texas Health Science Center at Houston, Houston, Texas; do Department Chair, Department of Orthodontics, University of Alabama, Birmingham; Avalia os modelos de gesso tradicionais obtidos com alginatos e outros materiais de moldagem.

Este estudo compara a estabilidade dimensional de quatro materiais de impressão ao longo do tempo e comparar aos modelos digitais OraMetrix vs modelos de gesso tradicional.


Dois alginatos tradicionais (identic e imprEssix) e dois substitutos de alginato (Alginot FS e position PentaQuick) foram usados para tomar várias impressões de um Typodont maxilar. Quinze impressões para cada material foram tomados e evazados com gesso em três momentos: 72 horas, 120 horas, e uma semana. Cinco impressões de cada material foram retiradas e foram enviados para OrthoProof para a reprodução do modelo digital de 72 horas. Os modelos digitais foram, então, integrados com o software OraMetrix. Modelos de gesso e digitais foram medidos nas dimensões ântero-posterior, transversal e vertical. Os modelos Typodont controle e gesso foram medidos com paquímetro digital, e os modelos digitais foram medidas utilizando o software OraMetrix.


Alterações estatisticamente significativas foram encontradas para os modelos replicados de material de impressão idêntico em todas as três dimensões, por 72 horas. Alterações estatisticamente significativas foram observadas em impressões imprEssix nas dimensões vertical e intercaninas. Os modelos digitais foram significativamente menores em todas as dimensões em comparação com modelos de gesso e ao controle.

O material de moldagem Identic apresentou uma variação estatisticamente e clinicamente significativos em todas as dimensões dentro de 72 horas e, portanto, não deve ser usado se as impressões não vão ser despejado imediatamente. Substitutos de alginato foram dimensionalmente estável durante um período prolongado. Os modelos digitais produzidos pela OraMetrix não foram clinicamente aceitáveis em comparação com modelos em gesso.

Link do artigo na integra via Angle Orthodontist:

http://www.angle.org/doi/pdf/10.2319/072409-413.1